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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Outra eleição!

Próxima eleição à vista é para Presidência da Câmara Municipal de Santa Maria do Oeste.
Quem assumirá o comando da casa em janeiro de 2015?
É uma eleição praticamente sem disputa, visto que a oposição não tem votos suficientes para eleger o Presidente.
A única questão é saber quem o Poder Executivo vai "indicar" para Presidente!
Esse é um jogo de cartas marcadas.
A não ser que o PT resolva tentar a sorte e lançar seu vereador como candidato.
Parece que desta vez ninguém da "situação" vai pular do barco.
Vamos aguardar e ver quem será o indicado para a próxima Legislatura.
Façam suas apostas!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Começou bonito, mas...

O site da Câmara Municipal de Santa Maria do Oeste, começou bem, até passou uma boa impressão.
Infelizmente as informações foram ficando pelo caminho e as atualizações também.
Mas eu já sei os motivos:
A Mesa Diretora da Câmara está em plena campanha eleitoral.
Os nobres Deputados são mais importantes do que prestar informações a população.
Aliás tem Deputado(a) que certamente só agora lembrou que existe Santa Maria do Oeste.
Como eles conseguem vereadores(cabos eleitorais) para fazerem campanha?
É um mistério!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Deputados pagam canais de futebol e pornografia com dinheiro público

A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) está sendo utilizada por alguns deputados federais de forma questionável. De acordo com reportagem publicada pelo site Congresso em Foco, nesta quinta-feira (28), ao menos três parlamentares utilizam o benefício que garante fornecimento de produtos e serviços necessários ao exercício do mandato para pagar pacotes especiais de televisão fechada com serviços de campeonatos de futebol e canal de pornografia. Em alguns casos, os televisores estão instalados nos gabinete ou nas residência dos parlamentares.

O Congresso em Foco teve acesso às faturas de TV fechada dos deputados federais Flaviano Melo(PMDB-AC), José Airton (PT-CE) e Renato Molling (PP-RS). Os três, que são candidatos à reeleição, aderiram aos serviços extras das operadoras que incluem os chamados “canais adultos”, compra de filmes e dos campeonatos de futebol por meio do sistema pay-per-view (pague para ver, em tradução livre).A Ceap, geralmente, é utilizada para o pagamento de despesas como passagens aéreas, combustíveis e aluguel de veículos. Com essa cota, a Câmara e o Senado gastam por ano cerca de R$ 253 milhões. A verba varia por estado. Na Câmara, a média é de R$ 35 mil mensais por deputado.

Parlamentares

Em seu segundo mandato, Renato Molling contratou o serviço “combo” de uma operadora com mais de cem canais e outros 34 itens opcionais. No pacote do parlamentar ainda está o serviço de transmissão das séries A e B do Campeonato Brasileiro, um Estadual e a “Sex Zone HD”, dedicada a filmes, programas e demais atrações pornográficas. O ponto, de acordo com a fatura, está localizado em Sapiranga (RS), município da região metropolitana de Porto Alegre onde Renato mantém seu escritório político.

Questionado, o parlamentar argumentou que não ter ideia do que há em seu serviço de TV por assinatura. “É um pacote que foi feito. Não sou nem eu que faço. Fizemos essa assinatura para ficar por dentro das notícias, dos programas de política. Acredito que não deva ter isso [canais pornô e de futebol], porque o pacote que foi feito é o mínimo. Mas não sei o que tem lá”, afirmou o deputado, que garantiu que irá ressarcir o gasto com os canais extras.

Já Flaviano Melo, também no segundo mandato, contratou o pacote mais caro, com serviços complementares, ampla oferta em transmissões de futebol e acesso aos filmes adultos. Os canais estavam à disposição tanto na Câmara quanto em sua casa. Ele pediu desculpas à sociedade pelos excessos cometidos na contratação do pacote de TV fechada. “Já ressarci isso. Pedi à Câmara para me informar o valor que foi gasto com isso [canais extras]. Foi um erro meu? Foi. Mas foi um erro involuntário. Quando me alertaram, vi e corrigi. Nem estão debitando mais [na conta da da operadora]”, declarou o peemedebista.

O deputado José Airton também consumiu o pacote de televisão fechada com o opcional de futebol. Procurado pela reportagem do Congresso em Foco, tanto por e-mail quanto pelo telefone de seu gabinete em Brasília, José Airton não foi encontrado.

Via gazeta do povo

terça-feira, 15 de julho de 2014

Deputados trabalham 2 dias na Copa. E entram em férias

Dois dias de votações. Quatro projetos aprovados. Esse foi o saldo dos trabalhos da Câmara dos Deputados durante a Copa do Mundo, segundo levatamento da Secretaria-Geral da Mesa Diretora. A partir desta segunda-feira, com o término do mundial de futebol, era esperado o retorno dos parlamentares a Brasília para a retomada dos trabalhos, mas os líderes dos partidos decidiram fechar um acordo para esticar a folga até agosto – de 18 a 31 de julho, não serão obrigados a registrar presença no plenário da Casa, instituindo o chamado "recesso branco". Em tempo: o salário, de 26.700 reais, além das verbas de gabinete serão pagas normalmente.

Oficialmente, o recesso parlamentar só pode ser autorizado depois que os congressistas aprovam a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), proposta que detalha as metas e prioridades do governo federal. Neste ano, assim como aconteceu em 2013, os deputados decidiram ignorar a regra e entrar de férias mesmo sem aprovar o texto.

Apenas algumas comissões, como as CPIs, e o Conselho e Ética, que têm prazo para conclusão de processos, deverão ter sessões regulares nos próximos meses.

Na última semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a fazer um apelo para que os parlamentares retornassem a Brasília para um "esforço concentrado". Ao final da sessão plenária desta segunda-feira, foi registrada a presença de apenas 136 dos 513 deputados – a Câmara informa que 197 informaram ter ido à Casa, embora alguns sequer marcaram presença no plenário. Sem muita convicção desde ontem, Alves já considerava improvável a presença de deputados para votações na Câmara. E o cenário é desalentador para o Legislativo já que o segundo semestre será tomado pelas campanhas eleitorais, quando a maioria dos parlamentares tentará renovar seus mandatos – a previsão é que os deputados tenham de trabalhar apenas quatro dias nesses dois meses.

Via Revista Veja

terça-feira, 15 de abril de 2014

Impasse jurídico faz André Vargas desistir de apresentar renúncia



O deputado licenciado André Vargas (PT-PR) disse ao Broadcast Políticoque não deve apresentar sua carta de renúncia nesta terça-feira, 15, como previsto inicialmente, devido a um impasse da interpretação jurídica sobre a eficácia de sua decisão de abrir mão do mandato.
Vargas foi comunicado por seus assessores que o Conselho de Ética da Câmara pedirá ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que não aceite a renúncia assim que o documento for protocolado. "Não sei (se renuncio). Estão dizendo que não posso fazê-lo", afirmou. Aos assessores, Vargas admitiu que vive um impasse. "Fui surpreendido com o disparate da posição do Conselho de Ética."

Uma emenda à Constituição de 1994 determina que os efeitos da renúncia ficam suspensos caso um processo disciplinar contra o parlamentar já tenha sido instaurado. Para a Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara, um deputado não é obrigado a permanecer no mandato e, dessa forma, o suplente poderia ser convocado. Neste caso, seria chamado o suplente Marcelo Almeida (PMDB-PR).

Já o presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP), acredita que, neste caso, o mandato fica suspenso e a renúncia não pode ser aceita uma vez que Vargas responde por quebra de decoro parlamentar. "Como o Conselho pode pedir a cassação, se não tem mais mandato?", questionou.

Na avaliação de Izar, Vargas manobra para induzir o colegiado a concluir que um possível parecer desfavorável já não tem eficácia. Ele considera que o petista tenta, com essa iniciativa, jogar seu processo para a primeira instância da Justiça e evitar que o PT "sangre durante o período eleitoral". "Ele não pode renunciar depois do processo instalado", insistiu Izar.

Mais cedo, Izar esteve na Polícia Federal em Brasília solicitando a cooperação dos policiais durante o trâmite do processo disciplinar na Câmara. No dia 22, o colegiado deve votar a admissibilidade do processo contra Vargas.

Via Estadão

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Deputado André Vargas afirma que renunciará ao mandato

O deputado federal André Vargas (PT-PR) informou nesta segunda-feira (14) à GloboNews que renunciará ao mandato. Ele deverá apresentar a carta de renúncia à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados até esta terça (15), segundo o ex-assessor de comunicação e amigo pessoal Ricardo Weg.

Desde o último dia 7, Vargas está licenciado do mandato. Ele pediu afastamento por 60 dias. No dia 9, renunciou ao cargo de vice-presidente da Câmara, depois de o Conselho de Ética da Casa ter decidido pela abertura de pA decisão de Vargas de renunciar é motivada pela denúncias de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal naOperação Lava Jato. A operação dissolveu um esquema de lavagem de dinheiro de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as PF, movimentou cerca de R$ 10 bilhões.

Ao repórter Marcelo Cosme, da GloboNews, Vargas afirmou que está sendo julgado "sem direito de defesa, sem ter sido nem intimado judicialmente". Segundo ele, o Conselho de Ética da Camara não tem provas, "só tem matérias de jornais e revistas com dados sigilosos de um processo judicial".

No último dia 2, da tribuna do plenário da Câmara, o deputado chegou a admitir que viajou de maneira "imprudente" em um jatinho fretado pelo doleiro, mas negou ilegalidade na relação com Alberto Youssef. Três dias depois, a revista "Veja" reproduziu mensagens que ele teria trocadocom Youssef para tratar de um contrato entre uma empresa e o Ministério da Saúde.

Em postagens no microblog Twitter na semana passada, Vargas disse que vai provar a inocência"de cabeça erguida".

Inelegível
Com a renúncia, André Vargas deverá ficar inelegível até fevereiro de 2023 com base na Lei da Ficha Limpa.

A regra torna inelegível por oito anos após o fim da legislatura o parlamentar que renunciar depois de protocolada representação que pode levar à cassação do mandato. O Conselho de Ética da Câmara abriu processo para investigar o parlamentar.

PT
Nesta segunda, André Vargas foi ouvido sobre as denúncias por uma comissão nomeada pela Executiva Nacional do PT.

Segundo o vice-presidente do partido, Alberto Cantalice, um dos integrantes da comissão, Vargas não chegou a mencionar a intenção de renunciar ao mandato.

“Ele não falou nada, em nenhum momento, sobre renúncia. Ele apenas nos deu as mesmas explicações dadas nos últimos dias à imprensa e pelo Twitter. Fui surpreendido com a notícia da renúncia dele. Não sei se foi por alguma questão familiar ou se tem algum outro motivo”, declarou Cantalice.

Segundo Cantalice, nesta terça-feira (15) deverá ser entregue ao presidente do PT, Rui Falcão, o relatório resultante da conversa que a comissão teve com Vargas. Além de Cantalice, a comissão foi integrada por Carlos Árabe, secretário nacional de formação política do PT, e Florisvaldo Souza, secretário nacional de organização do partido.rocesso de cassação.

Via G1

sábado, 28 de dezembro de 2013

Segunda Câmara recomenda reprovação das contas de 2011 de Marquinho

Dívidas com a previdência municipal, diferença significativa a maior no balanço patrimonial, contratação de contador do município para exercer cargo em comissão e, ainda, pagar benefício ilegal de 100% sobre o valor do salário do contador resultaram na emissão de parecer prévio pela desaprovação das contas do então prefeito de Marquinho, José Claudir Suchow, relativas a 2011.

A decisão é da Segunda Câmara de Julgamento do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que também instaurou processo de Tomada de Contas Extraordinária no Município. O motivo foi o pagamento indevido do benefício do TIDE (Tempo Integral de Dedicação Exclusiva) ao contador contratado para cargo em comissão. O objetivo da Tomada é identificar e quantificar os valores pagos ilicitamente para, em seguida, determinar a reparação do prejuízo pelos responsáveis.

De acordo com o parecer técnico constante do processo, em 2011, alguns ajustes efetuados na contabilidade do município sem a respectiva comunicação ao TCE, por meio do Sistema de Informações Municipais (SIM-AM), deixaram um passivo no balanço patrimonial de R$ 18 mil. Até a conclusão do processo e sua deliberação pela Câmara de Julgamento, a falha não havia sido corrigida pelos responsáveis.

A falta de aporte financeiro ao Regime de Previdência do Município, consubstanciada na falta de repasse de parcela da contribuição previdenciária de responsabilidade da prefeitura, também foi motivo para a emissão do parecer prévio pela irregularidade das contas.

Por fim, contrariando a legislação e determinações do TCE, constatou-se que o município contratou o contador Joel de Jesus Breier para exercer a função de chefe da Contadoria do Município, cargo que deveria ser provido por meio de concurso público. Joel Breier foi contratado como comissionado (cargo de livre nomeação e exoneração), com a agravante de ter-lhe sido concedido como complemento salarial o TIDE, passível de ser concedido apenas a servidores de carreira.

Em razão das irregularidades, o ex-prefeito de Marquinho foi multado em R$ 2.073,39, valor referente a três multas de R$ 691,13, cumulativas. Da decisão, cabe recurso.


Serviço:

Processo: nº 196010/12
Assunto: Prestação de Contas Anuais
Acórdão: nº 510/13 - Segunda Câmara
Interessados: Município de Marquinho e José Claudir Suchow.
Relator: Nestor Baptista

Autor: Diretoria de Comunicação Social
Fonte: TCE/PR

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Câmara: Solidariedade e PROS vão onerar a folha em R$ 19 mi a partir de 2014

Criados em setembro, já no final do prazo para que pudessem disputar as eleições de 2014, o Solidariedade e o PROS vão onerar a folha de pagamento da Câmara dos Deputados em R$ 19,07 milhões a partir do ano que vem, segundo cálculo da assessoria técnica da Casa.

O dinheiro será gasto com a criação de 89 cargos comissionados e com o pagamento de um adicional aos 30 servidores efetivos que vão servir em cargos de confiança às lideranças das novas siglas. Os partidos que perderam deputados para as legendas não vão, porém, perder os funcionários que já dispunham.

Com bancada de 22 deputados, a liderança do Solidariedade tem direito a 68 servidores, sendo 16 obrigatoriamente concursados e 52 por livre nomeação. A liderança do PROS contará com 51 servidores: 14 concursados e 37 comissionados.

Do total de servidores, o Solidariedade poderá ter oito com a maior remuneração entre os de livre nomeação, R$ 14,8 mil; o PROS, seis nessa condição. Todos os concursados terão direito a acréscimo no salário por exercício de função comissionada, com gratificações que vão de R$ 6,9 mil a R$ 8,2 mil, que se somarão a um salário mensal que pode ir de R$ 6,7 mil a R$ 21,5 mil, de acordo com a Resolução nº 1, de 2007.

A criação dos cargos ocorrerá a partir de fevereiro, porque a Constituição exige que seja feita a previsão orçamentária, além da aprovação de projetos de resolução que regulamentarão as novas funções, com o fim do recesso legislativo. Os dois partidos não têm ainda funcionários nem local para instalar o gabinete do líder. Ambos pediram um espaço para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que determinou à Diretoria-Geral que encontre um local para eles.

Como os espaços da Câmara estão hoje praticamente todos ocupados restará à direção da Casa desalojar algumas salas onde funciona a central de fotocópias, num anexo que fica a cerca de 500 metros do plenário. Mesmo assim, Solidariedade e PROS não deverão contar com os 150 metros quadrados que partidos mais antigos dispõem para suas lideranças, devido à escassez geral de lugares onde abrigar os novos gabinetes.

“Ainda vamos ter de esperar um pouco. Por enquanto, despacho do meu gabinete e faço as reuniões em salas de alguma comissão que não esteja em funcionamento”, disse o deputado Givaldo Carimbão (AL), líder do PROS. Ontem mesmo, a cerimônia de formação do bloco PP/PROS teve de ser realizada na sala da Comissão de Direitos Humanos, ainda assim pequena para a visita de líderes, dirigentes da Câmara e da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), que foi aplaudir a criação do novo grupo governista.

Geral

A Câmara tem 15.328 servidores. Destes, 3.402 são concursado, 1.449 são de natureza especial, de livre nomeação, locados nos gabinetes dos dirigentes da Casa e dos líderes, e 10.477 trabalham nos 513 gabinetes dos deputados, também nomeados pelos parlamentares, sem necessidade de concurso público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via Gazeta do Povo

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Um exemplo a ser seguido...

Prefeito diz ser incapaz de exercer a função e renuncia

O prefeito Lorimar Luis Gaio (PV), de São Jorge D’Oeste, no Sudoeste do Paraná, renunciou ao cargo na tarde desta terça-feira (5). O pedido de renúncia foi encaminhado ao presidente da Câmara de Vereadores Osmar Marmitt. A decisão pegou os aliados de surpresa. Na carta, Gaio afirma ter trabalhado dia e noite pelo município e sempre desejou ver a cidade livre de corrupção e injustiças. “Mas, me sinto incapaz de exercer tal função”, escreveu. Este era o primeiro mandato de Gaio como prefeito.

No documento ele disse ainda que deixa o cargo com a “consciência tranquila” e que não se envergonha da sua curta administração. Ele afirmou que pretende retornar a profissão de agricultor e que pretende auxiliar o município de outras formas. “Retorno a minha vida simples de agricultor, profissão que eu muito amo, acreditando ainda que posso, de outras maneiras, como cidadão de bem, contribuir para um município melhor”, afirmou. Gaio também agradeceu aos eleitores que depositaram a confiança nele. “Despeço-me de todos com a certeza do dever cumprido, pois trabalhei e dediquei-me pelo bem do povo de São Jorge D´Oeste”, declarou.

O secretário de Educação, Jovandir Pessaro, contou que a renúncia do prefeito foi “uma surpresa geral”. Ele lembrou que na sexta-feira (1º) Gaio estava animado e discutindo a programação de aniversário da cidade, comemorado no dia 23 de novembro. “O município está chocado, as pessoas estão tristes”, afirmou.

O vice-prefeito Gilmar Paixão (PT) deve assumir o cargo. A renúncia deve ser lida em uma sessão da Câmara. A próxima reunião dos vereadores acontece na segunda-feira (11), mas é possível que seja convocada uma sessão extraordinária.

Via Gazeta do Povo

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Câmara Municipal - contas de 2012 - irregulares!

Parecer do Tribunal de Contas do Paraná, opina pela irregularidade na prestação de contas do exercício de 2012 da Câmara Municipal de Santa Maria do Oeste.
Processo186540/13
AssuntoPRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL
Protocolado em27/03/2013 17:29
Autuado em27/03/2013 18:16
RelatorFERNANDO AUGUSTO MELLO GUIMARÃES
Entidade
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DO OESTE 
Interessado
EULERI JOSÉ LEAL 
Interessado
ADELAR AGNES 
Interessado
PEDRO CABRERA 
Interessado
LEONCIO DAMIÃO 
Interessado
JOSÉ REINOLDO DE OLIVEIRA 
Interessado
REINALDO MELLO MACHADO 
Interessado
MARIA DA APARECIDA GEFFER 
Interessado
LUIZ ANTONIO DE LIMA 
Interessado
GONÇALINO DE OLIVEIRA 


18/09/2013 15:04
SMPjTC
Parecer nº 15027/2013 - irregularidade com aplicação de multa EMENTA: Prestação de Contas Anual. Exercício de 2012. Pela irregularidade com aplicação de multas, cf. DCM.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

VITÓRIA DE DILMA: CÂMARA APROVA MAIS MÉDICOS

Brasília - A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de hoje (9), em votação simbólica, o texto principal da Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, ressalvados os destaques. O objetivo do programa é levar médicos para o interior do país e áreas das periferias das grandes cidades onde há falta desses profissionais. O texto aprovado foi apresentado pelo relator da MP, deputado Rogério Carvalho (PT-SE), depois de mais de seis horas de obstrução da votação pelos partidos de oposição e também pelos deputados da bancada ruralista.

A MP 621 autoriza a contratação de médicos estrangeiros para atuação na atenção básica de saúde, em regiões que não dispõem desses profissionais e também muda parâmetros da formação em medicina no Brasil. Entre as modificações feitas no texto original do governo e aprovadas pelos deputados, estão a transferência da responsabilidade de registro para o Ministério da Saúde e a obrigatoriedade de revalidar o diploma após quatro anos no programa, além da avaliação de estudantes de medicina a cada dois anos.

Os governistas tentaram um acordo com a oposição que viabilizasse a aprovação da MP, uma vez que o governo tem pressa em aprovar a legislação para que o Ministério da Saúde possa emitir os registros provisórios necessários para os médicos estrangeiros começarem a trabalhar. Como o acordo não foi possível, a oposição obstruiu a votação com a apresentação de vários requerimentos protelatórios, que foram rejeitados pelos aliados do governo.

O relator Rogério Carvalho defendeu o texto aprovado pela comissão mista do Congresso que apreciou a MP. Segundo ele, o texto melhorou a proposta do governo e trouxe avanços para o programa como a determinação para que o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha um prazo de cinco anos para montar a infraestrutura necessária nas unidades básicas de Saúde.

Outra modificação aprovada pelos deputados foi a que transfere a responsabilidade para a emissão do registro provisório dos médicos estrangeiros dos conselhos regionais de Medicina para o Ministério da Saúde. No texto aprovado pela Câmara, foi mantido os artigos que estabelecem a bolsa de formação de R$ 10 mil para os participantes do programa, sem qualquer direito trabalhista, como 13º salário e contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A obstrução da bancada ruralista, que também apresentou diversos requerimentos protelatórios, foi uma forma para pressionar o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a instalar a comissão especial destinada a apreciar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que transfere para o Congresso as prerrogativas para a demarcação das terras indígenas.

Os partidos de oposição criticaram o texto aprovado pela comissão mista. O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), principal opositor à aprovação da MP, disse que o texto apresentado pelo relator é muito pior do que o enviado pelo governo. Segundo ele, a proposta dissolve todos os conselhos regionais de Medicina, as entidades de especialização, além de invadir as prerrogativas das universidades em definir as grades curriculares.

Foram votados mais de dez requerimentos da oposição e da bancada ruralista para tentar adiar a votação da MP do Programa Mais Médicos. Como a oposição é minoria na Casa, todos os requerimentos foram rejeitados pelos aliados do governo.

Ao término da votação da MP, Henrique Alves propôs adiar para tarde desta quarta-feira a votação dos 13 destaques que visam a alterar o texto. O líder do governo Arlindo Chinaglia (PT-SP) propôs então que a votação fosse feita sem obstrução, alegando que de outra forma não seria possível concluir a apreciação dos dispositivos hoje, O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), acompanhado de outros líderes oposicionistas, não concordou com a proposta de Chinaglia. Com isso, Henrique Alves convocou nova sessão extraordinária para esta madrugada a fim de iniciar a votação dos destaques, mas Chinaglia alegou falta de quórum e o presidente da Casa encerrou a sessão, marcando outra para a tarde desta quarta-feira.

Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

PREFEITO E VICE DE CANTAGALO TEM TRÊS DIAS PARA RECORRER DA CASSAÇÃO DE MANDATO POR COMPRA DE VOTOS

A Justiça determinou a cassação do prefeito de Cantagalo, na região central do Paraná, Everson Antônio Konjunski (PSB) e do vice-prefeito Vilson Rocha Ribas (PSDB). Os dois são suspeitos de terem cometido crimes eleitorais e corrupção eleitoral. Eles são acusados de terem comprado votos em troca de combustível durante o período das eleições municipais do ano passado. A Cassação foi determinada pelo Ministério Público Eleitoral. 
Segundo o relatório, o processo de cassação aconteceu devido a denúncia de compra de votos mediante troca por combustível. “(...) teriam sido encontradas provas de prática de corrupção eleitoral e crimes eleitorais, consubstanciados no relatório final do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do qual se verifica a ocorrência, em tese, de compra de votos por meio de entrega de combustíveis”, consta o documento. 


A investigação

O fornecimento de combustíveis a eleitores teria acontecido no Posto Cantagalo, que pertence ao pai de Everson, João Konjunski. Com a quebra do sigilo telefônico dos acusados autorizada pelo Ministério Público Eleitoral, o Gaeco identificou uma ligação que evidenciaria a prática ilegal, na qual um cabo eleitoral liga para um homem e negocia a troca de voto pelo combustível. Sem seguida, o cabo teria ligado para uma funcionária do posto e autorizado que o homem abastecesse. 
A sentença determina ainda que o presidente da Câmara de Vereadores de Cantagalo, Estevam Damiani Júnior (PRP), assuma o cargo e que sejam realizadas novas eleições. O prefeito e o vice também devem ter cancelados os direitos políticos por oito anos. Os dois têm três dias para recorrer da decisão.

Nova eleições em Cantagalo

O juiz eleitoral Luiz Henrique Vianna Silva, orienta que sejam convocadas novas eleições para o cargo de prefeito e vice prefeito. Até que sejam realizadas as eleições, o presidente da Câmara deverá assumir a prefeitura. 

“Considerando que eventual recurso em face desta sentença não é dotado de efeito suspensivo (art. 257 do Código Eleitoral), nos moldes do entendimento pacificado do Tribunal Superior Eleitoral, determino o seu imediato cumprimento, (salvo no tocante ao item “b” deste dispositivo), determinando sejam expedidos os ofícios necessários para a concretização das medidas aqui determinadas.”, finaliza o texto do processo.

Via Lobo Notícias

domingo, 8 de setembro de 2013

Câmara dá R$ 80 mil por mês a condenados por mensalão

A Câmara deve desembolsar por mês mais de R$ 80 mil no pagamento de aposentadorias para deputados e ex-deputados condenados no processo do mensalão. Além de José Genoino (PT-SP), que pediu aposentadoria por invalidez na quarta, o deputado Valdemar da Costa Neto (PR-SP) e os ex-deputados Roberto Jefferson, (PTB-RJ), José Borba (PMDB-PR) e Pedro Corrêa (PP-PE) têm direito ao benefício da Câmara.
Cassado em 2005, no auge do escândalo, Jefferson recebe mensalmente, em valores brutos, R$ 18.477 como aposentado da Câmara.
O deputado, que teve seis mandatos na Câmara, hoje com 60 anos, conquistou o benefício na época porque estava vinculado ao extinto IPC (Instituto de Previdência dos Congressistas), que permitia ao parlamentar se aposentar proporcionalmente após oito anos de contribuição e 50 anos de idade.
Costa Neto, 64, será enquadrado na mesma regra quando deixar o mandato. Como aderiu à Previdência da Câmara antes de 1997, quando o IPC foi extinto, o parlamentar terá direito a aposentadoria mensal de R$ 16.773.
Ele recebeu aposentadoria no período em que esteve sem mandato, entre 2005 e 2007. Ex-presidente do PR, renunciou ao posto em 2005 numa tentativa de evitar a cassação.
A Câmara deixou de pagar o benefício quando ele reassumiu a cadeira, em 2007, após ter conseguido se eleger novamente deputado, já que não é permitido o acúmulo da aposentadoria com o salário.
Genoino, 67, tem assegurada aposentadoria de R$ 20 mil mensais, conquistada em 2005 quando pediu o benefício proporcional aos seus anos na Câmara, onde ingressou em 1983. Na época em que pediu o benefício, ele estava sem mandato e foi afastado da cúpula do PT por causa do envolvimento no mensalão.
Se a Câmara conceder a aposentadoria por invalidez -internado em julho, Genoino foi submetido a uma cirurgia cardíaca-, o valor subirá para R$ 26,7 mil por mês e ele poderá manter o plano de saúde da Câmara. Junta médica da Casa analisará o seu caso.
Também condenados pelo mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) não terão direito à aposentadoria se deixarem o mandato.
Cunha, 55, aderiu ao plano de Previdência da Câmara no atual modelo, em que deputados recebem o benefício só depois de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade.
Henry, 56, chegou a receber aposentadoria quando renunciou ao mandato em 2005, mas ao retornar para o sistema previdenciário da Casa optou por deixar o IPC e receber em dinheiro a contribuição retroativa.
Segundo a administração da Câmara, o ex-deputado José Dirceu (PT-SP), cassado em 2005, não recebe benefícios previdenciários da Casa.
Desde 2005, o ex-deputado José Borba, 64, recebe mensalmente R$ 11.529 como aposentado da Câmara. Na época das denúncias do mensalão, Borba renunciou ao mandato para escapar da cassação. Como foi contribuinte do IPC, conseguiu se afastar da Casa mantendo o benefício mensal.
O mesmo cenário se aplica ao ex-deputado Pedro Corrêa, 65. Cassado há sete anos, o ex-presidente do PP recebe aposentadoria de R$ 17.713. A Casa concedeu o benefício em 2006, pouco depois de Corrêa perder o mandato.
Também condenados, os ex-deputados Bispo Rodrigues (então no PL, hoje PR) e Romeu Queiroz (PTB) não têm direito às antigas regras do IPC -que permitiam o pagamento proporcional do benefício.




































Via folha de S.Paulo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Obra em penitenciária é feita sob medida para abrigar mensaleiros

Apontado como um dos possíveis destinos dos condenados no mensalão, complexo no Setor de Indústria e Abastecimento passa por reforma e terá cubículos diferenciados para políticos e pessoas notórias, com cama móvel, fiação para tevê e piso de cerâmica

A Secretaria de Segurança Pública do DF se prepara para a eventualidade de receber em regime semiaberto condenados no processo do mensalão. Reforma e ampliação no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústria e Abastecimento de Brasília (SIA), inclui a adaptação de salas para internos com notoriedade que devem ser separados dos demais por questão de segurança. São ambientes destinados a detentos com alto poder econômico, político ou conhecidos na sociedade. Por causa do perfil, são considerados no sistema penitenciário alvos de rebeliões, extorsões ou outro tipo de exploração por condenados perigosos.
O subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, delegado da Polícia Civil Cláudio de Moura Magalhães, explica que a iniciativa está incluída na ampliação do CPP para mais 600 vagas, atendendo uma demanda de internos que já progrediram do regime fechado para o semiaberto e estão hoje alojados inadequadamente no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), no Complexo da Papuda. Uma ala separada do galpão onde dormem os internos do regime semiaberto será adaptada. Estes passam a noite em beliches ou treliches lado a lado.

Como no caso do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que está isolado dos demais presos numa cela no Pavilhão de Segurança Máxima (PSM), outros parlamentares que venham a cumprir pena no DF não serão misturados aos demais presidiários. “Não é uma regalia. É uma questão de segurança, de necessidade no sistema penitenciário”, ressalta Magalhães. “Quem tem notoriedade fica vulnerável e precisa ser separado da massa, sob pena de ser vítima de extorsão, por exemplo”, explica.

O subsecretário diz que esses internos não terão privilégios em relação aos demais. Ao deixar o complexo da Papuda para defender a sua absolvição no plenário da Câmara dos Deputados na semana passada, Donadon reclamou da comida e da falta de água para tomar banho. Segundo Magalhães, todos que cumprem pena no DF têm o mesmo tratamento: banho frio e refeições sem tempero ou gordura. “A alimentação pode não ser tão saborosa como em restaurantes de Brasília, mas posso garantir que as refeições são saudáveis para todos”, acrescenta. O subsecretário afirma ainda que gostaria de providenciar banho quente para todos os detentos, mas essa medida representa risco pelo acesso dos presos à fiação elétrica. A água do banho sai por um cano, sem chuveiro.

Via correio braziliense

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Câmara dos Deputados livra Natan Donadon de cassação


Brasília - Preso há mais de dois meses, o deputado Natan Donadon (sem partido-RO) escapou nessa quarta-feira, 28, da cassação pela Câmara dos Deputados. Assim, manteve o mandato, mas o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em decisão solitária, decidiu afastá-lo do cargo enquanto ele estiver cumprindo pena em regime fechado pela condenação a mais de 13 anos por desvio de recursos públicos.

Alves anunciou ainda que não submeterá mais nenhum caso de cassação de mandato a plenário enquanto não for aprovada a proposta de mudança na Constituição que abre o voto neste tipo de decisões. Na sessão de ontem, em votação secreta, foram 233 votos pela cassação, 24 a menos do que o exigido, 131 pela absolvição e 41 abstenções - com 21 abstenções, o PT foi o partido que mais contribuiu com as ausências. O resultado sugere a intenção de se preservar os mandatos de condenados no processo do mensalão.

Condenado por desvios de R$ 8,4 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia, Donadon ficará em regime fechado por pelo menos dois anos e tem pena total de 13 anos, 4 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de peculato e formação de quadrilha. Algemado, deixou ontem pela primeira vez da penitenciária da Papuda e fez um discurso emocional em plenário alegando inocência e reclamando das condições da prisão.

Matéria completa em: www.estadao.com.br

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Olha o exemplo!


A Câmara de Vereadores de Guarapuava aprovou na sessão de ontem  19/08, a redução das diárias pagas aos vereadores e servidores do legislativo.
A redução foi de 50%.
Todos os que solicitarem diárias para eventos relativos ao exercício da função, no retorno devem apresentar relatório das despesas, bem como declaração, diploma ou certificado de participação em caso de cursos.
Bem que alguns municípios vizinhos poderiam aderir a ideia.

sábado, 17 de agosto de 2013

TCE notifica 163 municípios por subsídios irregulares pagos a agentes políticos

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) notificou atuais e ex-prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de 163 municípios para que apresentem justificativas para subsídios recebidos no exercício de 2012. Análise feita por técnicos da Diretoria de Contas Municipais (DCM) do TCE aponta indícios de irregularidades nos reajustes destes valores. As diferenças, em alguns casos, chegam a 40%.

O levantamento feito pelo TCE analisou a validade das revisões monetárias dos valores pagos aos agentes públicos, acumuladas entre 2009 e o ano passado. Os técnicos do Tribunal levaram em consideração os atos de fixação da remuneração e as atualizações legais aplicadas aos vencimentos. No total, são 105 prefeituras e 77 câmaras municipais que estão recebendo a comunicação do órgão de controle. Em dezenas de municípios, o problema ocorreu no Executivo e no Legislativo. Os dados são declaratórios, ou seja, foram prestados pelos próprios órgãos municipais.

Foram analisados os valores pagos a 783 agentes políticos, incluindo 105 prefeitos ou ex-prefeitos, 97 vice-prefeitos ou ex-vices, 59 presidentes ou ex-presidentes de Câmaras Municipais e 522 vereadores ou ex-vereadores. Há casos de municípios, como Bom Jesus do Sul, que tiveram quatro prefeitos no mesmo ano.

Segundo o presidente do TCE, conselheiro Artagão de Mattos Leão, todos os agentes políticos notificados tiveram prazo de 15 dias, contado a partir da data de notificação, para o exercício do contraditório. Caso não o façam, correm risco de ter suas contas desaprovadas, ser obrigados a devolver os subsídios recebidos a maior e até ser inscritos na lista de inelegíveis para as próximas eleições. Também estarão sujeitos a multa.

Recorde

Akichide Walter Ogasawara, titular da DCM, explica que as prestações de contas de 1.122 entidades municipais (prefeituras, câmaras de vereadores e órgãos da administração indireta), relativas a 2012, já passaram pela primeira análise, em prazo recorde. O prazo final para encaminhamento das prestações de contas esgotou-se no dia 1º de abril. Houve entidades, contudo, que enviaram a documentação ao TCE até o dia 30 de julho.

Dos processos encaminhados, 15% estavam corretamente preenchidos e tiveram parecer pela regularidade; os outros 85% apresentaram algum tipo de problema e foram devolvidos aos gestores públicos para um primeiro contraditório. O envio dos documentos em atraso gera multa de R$ 691,13 ao gestor responsável.

Notificados
Eis a relação dos municípios (prefeituras e câmaras) que foram notificados pelo TCE sobre irregularidades nos subsídios de atuais ou ex-agentes públicos:

ABATIÁ
MUNICÍPIO DE ABATIÁ
ALTÔNIA
CÂMARA MUNICIPAL DE ALTONIA
APUCARANA
CÂMARA MUNICIPAL DE APUCARANA
APUCARANA
MUNICÍPIO DE APUCARANA
ARAPONGAS
MUNICÍPIO DE ARAPONGAS
ARAPUÃ
CÂMARA MUNICIPAL DE ARAPUÃ
ARARUNA
CÂMARA MUNICIPAL DE ARARUNA
ARAUCÁRIA
MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA
ASSAÍ
CÂMARA MUNICIPAL DE ASSAÍ
ASSIS CHATEAUBRIAND
CÂMARA MUNICIPAL DE ASSIS CHATEAUBRIAND
ASSIS CHATEAUBRIAND
MUNICÍPIO DE ASSIS CHATEAUBRIAND
ATALAIA
MUNICÍPIO DE ATALAIA
BARBOSA FERRAZ
CÂMARA MUNICIPAL DE BARBOSA FERRAZ
BOA ESPERANÇA
MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA
BOM JESUS DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE BOM JESUS DO SUL
BOM JESUS DO SUL
MUNICÍPIO DE BOM JESUS DO SUL
CAMBIRA
CÂMARA MUNICIPAL DE CAMBIRA
CAMBIRA
MUNICÍPIO DE CAMBIRA
CAMPO BONITO
CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO BONITO
CAMPO MAGRO
CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPO MAGRO
CAMPO MOURÃO
MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO
CÂNDIDO DE ABREU
CÂMARA MUNICIPAL DE CÂNDIDO DE ABREU
CANTAGALO
MUNICÍPIO DE CANTAGALO
CAPANEMA
CÂMARA MUNICIPAL DE CAPANEMA
CAPANEMA
MUNICÍPIO DE CAPANEMA
CARLÓPOLIS
CÂMARA MUNICIPAL DE CARLOPOLIS
CARLÓPOLIS
MUNICÍPIO DE CARLÓPOLIS
CASCAVEL
CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAVEL
CASCAVEL
MUNICÍPIO DE CASCAVEL
CASTRO
MUNICÍPIO DE CASTRO
CIANORTE
CÂMARA MUNICIPAL DE CIANORTE
CIDADE GAÚCHA
CÂMARA MUNICIPAL DE CIDADE GAÚCHA
CIDADE GAÚCHA
MUNICÍPIO DE CIDADE GAÚCHA
COLOMBO
CÂMARA MUNICIPAL DE COLOMBO
CONSELHEIRO MAIRINCK
CÂMARA MUNICIPAL DE CONSELHEIRO MAIRINCK
CONSELHEIRO MAIRINCK
MUNICÍPIO DE CONSELHEIRO MAIRINCK
CONTENDA
CÂMARA MUNICIPAL DE CONTENDA
CONTENDA
MUNICÍPIO DE CONTENDA
CORBÉLIA
CÂMARA MUNICIPAL DE CORBELIA
CORBÉLIA
MUNICÍPIO DE CORBÉLIA
CORONEL DOMINGOS SOARES
MUNICÍPIO DE CORONEL DOMINGOS SOARES
CRUZEIRO DO IGUAÇU
MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO IGUAÇU
CRUZEIRO DO OESTE
MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO OESTE
CRUZEIRO DO SUL
MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL
CURIÚVA
CÂMARA MUNICIPAL DE CURIÚVA
CURIÚVA
MUNICÍPIO DE CURIÚVA
DIAMANTE DO OESTE
MUNICÍPIO DE DIAMANTE DO OESTE
DIAMANTE DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTE DO SUL
DOIS VIZINHOS
CÂMARA MUNICIPAL DE DOIS VIZINHOS
DOIS VIZINHOS
MUNICÍPIO DE DOIS VIZINHOS
ENÉAS MARQUES
MUNICÍPIO DE ENÉAS MARQUES
FAROL
MUNICÍPIO DE FAROL
FERNANDES PINHEIRO
MUNICÍPIO DE FERNANDES PINHEIRO
FIGUEIRA
MUNICÍPIO DE FIGUEIRA
FLOR DA SERRA DO SUL
MUNICÍPIO DE FLOR DA SERRA DO SUL
FLORAÍ
MUNICÍPIO DE FLORAÍ
FLORESTA
CÂMARA MUNICIPAL DE FLORESTA
FLORESTA
MUNICÍPIO DE FLORESTA
FORMOSA DO OESTE
MUNICÍPIO DE FORMOSA DO OESTE
FRANCISCO ALVES
MUNICÍPIO DE FRANCISCO ALVES
GOIOXIM
MUNICÍPIO DE GOIOXIM
GUARANIAÇU
MUNICÍPIO DE GUARANIAÇU
GUARAPUAVA
CÂMARA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA
INÁCIO MARTINS
CÂMARA MUNICIPAL DE INACIO MARTINS
INAJÁ
CÂMARA MUNICIPAL DE INAJA
INDIANÓPOLIS
MUNICÍPIO DE INDIANÓPOLIS
IPORÃ
MUNICÍPIO DE IPORÃ
IRATI
MUNICÍPIO DE IRATI
ITAGUAJÉ
MUNICÍPIO DE ITAGUAJÉ
ITAIPULÂNDIA
MUNICÍPIO DE ITAIPULÂNDIA
ITAMBARACÁ
CÂMARA MUNICIPAL DE ITAMBARACÁ
ITAPERUÇU
CÂMARA MUNICIPAL DE ITAPERUÇU
IVAIPORÃ
MUNICÍPIO DE IVAIPORÃ
IVATUBA
CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA
JACAREZINHO
MUNICÍPIO DE JACAREZINHO
JANDAIA DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE JANDAIA DO SUL
JANIÓPOLIS
CÂMARA MUNICIPAL DE JANIOPOLIS
JANIÓPOLIS
MUNICÍPIO DE JANIÓPOLIS
JAPURÁ
MUNICÍPIO DE JAPURÁ
JESUÍTAS
CÂMARA MUNICIPAL DE JESUÍTAS
JUNDIAÍ DO SUL
MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ DO SUL
JUSSARA
MUNICÍPIO DE JUSSARA
KALORÉ
CÂMARA MUNICIPAL DE KALORÉ
KALORÉ
MUNICÍPIO DE KALORÉ
LARANJEIRAS DO SUL
MUNICÍPIO DE LARANJEIRAS DO SUL
LIDIANÓPOLIS
MUNICÍPIO DE LIDIANÓPOLIS
MALLET
MUNICÍPIO DE MALLET
MAMBORÊ
CÂMARA MUNICIPAL DE MAMBORE
MAMBORÊ
MUNICÍPIO DE MAMBORÊ
MANFRINÓPOLIS
MUNICÍPIO DE MANFRINÓPOLIS
MANGUEIRINHA
MUNICÍPIO DE MANGUEIRINHA
MANOEL RIBAS
MUNICÍPIO DE MANOEL RIBAS
MARECHAL CÂNDIDO RONDON
MUNICÍPIO DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON
MARIALVA
MUNICÍPIO DE MARIALVA
MARILÂNDIA DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE MARILANDIA DO SUL
MARILENA
CÂMARA MUNICIPAL DE MARILENA
MARILENA
MUNICÍPIO DE MARILENA
MARINGÁ
MUNICÍPIO DE MARINGÁ
MARIPÁ
MUNICÍPIO DE MARIPÁ
MARUMBI
MUNICÍPIO DE MARUMBI
MATO RICO
MUNICÍPIO DE MATO RICO
MIRASELVA
MUNICÍPIO DE MIRASELVA
MUNHOZ DE MELO
CÂMARA MUNICIPAL DE MUNHOZ DE MELLO
NOVA LARANJEIRAS
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA LARANJEIRAS
NOVA LARANJEIRAS
MUNICÍPIO DE NOVA LARANJEIRAS
NOVA OLÍMPIA
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA OLIMPIA
NOVA PRATA DO IGUAÇU
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA PRATA DO IGUAÇU
NOVA PRATA DO IGUAÇU
MUNICÍPIO DE NOVA PRATA DO IGUAÇU
NOVA SANTA BÁRBARA
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA SANTA BARBARA
NOVA SANTA BÁRBARA
MUNICÍPIO DE NOVA SANTA BÁRBARA
NOVA SANTA ROSA
MUNICÍPIO DE NOVA SANTA ROSA
OURIZONA
MUNICÍPIO DE OURIZONA
PALMAS
CÂMARA MUNICIPAL DE PALMAS
PALMITAL
CÂMARA MUNICIPAL DE PALMITAL
PALMITAL
MUNICÍPIO DE PALMITAL
PALOTINA
MUNICÍPIO DE PALOTINA
PARAÍSO DO NORTE
CÂMARA MUNICIPAL DE PARAISO DO NORTE
PARAÍSO DO NORTE
MUNICÍPIO DE PARAÍSO DO NORTE
PARANAPOEMA
CÂMARA MUNICIPAL DE PARANAPOEMA
PARANAVAÍ
MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ
PATO BRAGADO
CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRAGADO
PATO BRAGADO
MUNICÍPIO DE PATO BRAGADO
PAULA FREITAS
CÂMARA MUNICIPAL DE PAULA FREITAS
PEABIRU
MUNICÍPIO DE PEABIRU
PÉROLA
CÂMARA MUNICIPAL DE PEROLA
PÉROLA
MUNICÍPIO DE PÉROLA
PEROLA DO OESTE
MUNICÍPIO DE PÉROLA D'OESTE
PIÊN
MUNICÍPIO DE PIEN
PINHAIS
CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS
PINHÃO
MUNICÍPIO DE PINHÃO
PIRAÍ DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE PIRAI DO SUL
PIRAÍ DO SUL
MUNICÍPIO DE PIRAÍ DO SUL
PIRAQUARA
CÂMARA MUNICIPAL DE PIRAQUARA
PITANGUEIRAS
MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS
PLANALTO
MUNICÍPIO DE PLANALTO
PONTA GROSSA
MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA
PORTO VITÓRIA
CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO VITÓRIA
QUARTO CENTENÁRIO
MUNICÍPIO DE QUARTO CENTENÁRIO
QUATIGUÁ
MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ
QUATRO BARRAS
MUNICÍPIO DE QUATRO BARRAS
QUATRO PONTES
MUNICÍPIO DE QUATRO PONTES
QUERÊNCIA DO NORTE
MUNICÍPIO DE QUERÊNCIA DO NORTE
QUINTA DO SOL
MUNICÍPIO DE QUINTA DO SOL
RAMILÂNDIA
CÂMARA MUNICIPAL DE RAMILANDIA
RAMILÂNDIA
MUNICÍPIO DE RAMILÂNDIA
RIBEIRÃO DO PINHAL
CÂMARA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL
RIO AZUL
MUNICÍPIO DE RIO AZUL
RIO BOM
MUNICÍPIO DE RIO BOM
RIO BRANCO DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE RIO BRANCO DO SUL
RIO BRANCO DO SUL
MUNICÍPIO DE RIO BRANCO DO SUL
SABÁUDIA
CÂMARA MUNICIPAL DE SABÁUDIA
SABÁUDIA
MUNICÍPIO DE SABÁUDIA
SALTO DO LONTRA
CÂMARA MUNICIPAL DE SALTO DO LONTRA
SANTA AMÉLIA
MUNICÍPIO DE SANTA AMÉLIA
SANTA HELENA
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA HELENA
SANTA HELENA
MUNICÍPIO DE SANTA HELENA
SANTA INÊS
MUNICÍPIO DE SANTA INÊS
SANTA ISABEL DO IVAÍ
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA ISABEL DO IVAI
SANTA IZABEL DO OESTE
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA IZABEL DO OESTE
SANTA IZABEL DO OESTE
MUNICÍPIO DE SANTA IZABEL DO OESTE
SANTA LÚCIA
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA LUCIA
SANTA MARIA DO OESTE
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DO OESTE
SANTA MARIA DO OESTE
MUNICÍPIO DE SANTA MARIA DO OESTE
SANTA MARIANA
MUNICÍPIO DE SANTA MARIANA
SANTA TEREZA DO OESTE
MUNICÍPIO DE SANTA TEREZA DO OESTE
SANTA TEREZINHA DE ITAIPU
MUNICÍPIO DE SANTA TEREZINHA DE ITAIPU
SANTO INÁCIO
MUNICÍPIO DE SANTO INÁCIO
SÃO CARLOS DO IVAÍ
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO CARLOS DO IVAI
SÃO JORGE DO IVAÍ
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JORGE DO IVAI
SÃO JORGE DO IVAÍ
MUNICÍPIO DE SÃO JORGE DO IVAÍ
SÃO MATEUS DO SUL
MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS DO SUL
SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL DO IGUAÇU
SÃO PEDRO DO PARANÁ
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DO PARANA
SÃO SEBASTIÃO DA AMOREIRA
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DA AMOREIRA
SAPOPEMA
CÂMARA MUNICIPAL DE SAPOPEMA
SAPOPEMA
MUNICÍPIO DE SAPOPEMA
TERRA ROXA
MUNICÍPIO DE TERRA ROXA
TIBAGI
MUNICÍPIO DE TIBAGI
TOLEDO
MUNICÍPIO DE TOLEDO
TRÊS BARRAS DO PARANÁ
CÂMARA MUNICIPAL DE TRÊS BARRAS DO PARANÁ
TUNEIRAS DO OESTE
MUNICÍPIO DE TUNEIRAS DO OESTE
TUPÃSSI
MUNICÍPIO DE TUPÃSSI
UBIRATÃ
MUNICÍPIO DE UBIRATÃ
UNIFLOR
MUNICÍPIO DE UNIFLOR
VENTANIA
CÂMARA MUNICIPAL DE VENTANIA
VITORINO
CÂMARA MUNICIPAL DE VITORINO
  
Fonte: DCM/TCE
 Autor: Diretoria de Comunicação Social
Fonte: TCE/PR