dilmairon@hotmail.com

Mostrando postagens com marcador Deputados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deputados. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Projeto prevê restrições para quem não quiser se vacinar contra a Covid-19

Os deputados estaduais Alexandre Curi (PSB), Ademar Traiano (PSDB) e Luiz Claudio Romanelli (PSB) apresentaram, nesta terça-feira (27) na Assembleia Legislativa do Paraná, um projeto de lei para incentivar a imunização completa da população paranaense contra a Covid-19 e penalizar as pessoas que não se vacinarem após o término de todas as fases de aplicação.

O texto determina a proibição do acesso de pessoas não vacinadas em creches, escolas, universidades públicas e particulares e em ônibus, trens, aviões e embarcações e outros modais de transporte. Também impõe restrições para a obtenção de documentos públicos, inscrição em concursos públicos e em cargos públicos e em demais modalidades relacionadas ao Estado.

“Uma pessoa que não se vacina não está apenas causando riscos à própria saúde, mas também aumentando a chance de outras pessoas contraírem o vírus. Diante disso, o presente projeto de lei tem como objetivo incentivar a imunização de todos os paranaenses para evitar mais mortes e conter a proliferação da doença”, justificam os autores. “As principais disposições são a proibição de que pessoas não vacinadas entrem em creches, estabelecimentos de ensino, aeronaves, embarcações, trens, ônibus e demais modais de transporte, pois esses locais naturalmente geram aglomerações”, completam.

O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e demais Comissões temáticas antes de ser votado em plenário.

via ALEP

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Reforma política pode ser arquivada por desinteresse dos deputados

Promessa em todas as campanhas eleitorais, medidas de reforma política que alteram o funcionamento de partidos seguem como tema controverso entre os parlamentares e dificilmente sairão neste ano. Na última semana, senadores aprovaram em primeiro turno proposta que reduz o número de partidos e acaba com a criação de novas siglas. A votação da proposta em segundo turno no Senado está marcada para o dia 23, quando deve ser aprovada e encaminhada à Câmara. Na Casa dos deputados, porém, onde a presença de legendas menores é mais forte, a PEC deve ser drasticamente alterada, se não arquivada. As informações são do jornal O Estado de Minas.

A PEC aprovada, de autoria dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES), acaba com as coligações proporcionais – que seriam permitidas somente até as eleições de 2020 – e estabelece uma cláusula de barreira, que coloca o índice mínimo de 2% votos a serem obtidos nacionalmente e em 14 estados nas eleições de 2018 para garantir o funcionamento de partidos. O projeto impacta diretamente o funcionamento de legendas pequenas e nanicas, como os ideológicos PSOL, PCdoB e outros, como PHS. Hoje, há 32 partidos no país, dos quais 28 têm representação na Câmara dos Deputados. Cerca de 15 deles poderiam ser afetados. Há ainda mais de 20 em processo de criação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Partidos menores costuram um acordo na Câmara para alterar a proporção prevista na cláusula de desempenho da PEC dos tucanos, para 1,5% dos votos em cinco estados, sendo aumentada gradualmente. O PT deve apoiar a proposta de PSOL e PCdoB, por exemplo, já que eles votaram contra o impeachment e fazem parte da oposição. Apesar da resistência, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teria acordado com o comandante do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pautar a matéria.

“O sentimento que tenho é que vai ser engavetado. A reforma tem que iniciar na Câmara, que representa o povo. O acordo é para passar menos de 2%. Não deve se ter essa pressa toda. Ninguém está desesperado. O assunto mais importante no momento é a Lava-Jato”, diz o deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF). Com seis deputados, o PROS é um dos partidos que seriam diretamente afetado pela mudança.

O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), afirma que não há consenso em torno da matéria e diz que o Senado não deveria ser o responsável pelo pontapé inicial da reforma. “O Senado está votando algo que não diz respeito a eles. A Câmara representa o povo e vamos discutir com muita tranquilidade. Eu acredito que deve haver uma transição. Pode ser um índice de 1,5% em cinco estados e vai aumentando. Mas não pode ser 2% em 14 estados”, afirma.

Professor da Universidade de Brasília (UnB), o cientista político João Paulo Peixoto não só diz que já passou da hora de a cláusula ser aprovada, como avalia o índice mínimo de 2% dos votos em 14 estados como baixo. Acho que 2% ainda é pouco. “Acho que tem que ser para 2018 porque essas medidas já vêm com atraso de muitos anos. Os partidos pequenos têm que desaparecer. Ou se legitimam ou desaparecem, porque funcionam como partidos de aluguel”, diz. Peixoto faz uma ponderação quanto a legendas ideológicas, como PCdoB e PSOL, e diz acreditar que elas se salvem com o índice mínimo estabelecido. “O PCdoB tem tradição, mas também precisa se legitimar”, avalia.

Propostas na mesa

Entenda e confira quais são as propostas que alteram o sistema político e eleitoral que estão em discussão

Fim das coligações proporcionais 
As coligações são alianças formadas entre os partidos à época das eleições e que podem aumentar o tempo disponível em propagandas de rádio e tevê, por exemplo. No caso dos pleitos proporcionais, nos quais são eleitos vereadores, deputados federais, estaduais e distritais (no caso do DF), a quantidade de votos obtidos pela coligação influencia no número de candidatos que, de fato, vão assumir os postos. Um candidato muito bem votado, com o número de apoios superior ao quociente eleitoral, mas que faça parte de uma coligação com desempenho inferior, pode ficar de fora do parlamento pelos critérios da proporcionalidade.

Cláusula de Barreira ou de Desempenho
Estabelece normas para o funcionamento dos partidos, para que tenham acesso ao fundo partidário e tempo de rádio e tevê, por exemplo. Segundo a proposta aprovada semana passada no Senado, a partir das eleições de 2018, as legendas só poderão funcionar se tiverem adquirido 2% da média dos votos válidos nacionalmente, e 2% em pelo menos 14 unidades da federação – metade dos estados. A partir de 2022, o índice mínimo subirá para 3% dos votos válidos, com as mesmas regras. Parlamentares de partidos menores, derrotados no Senado, vão tentar, na Câmara dos que o índice seja de 1,5% do total dos votos em cinco estados, aumentando gradativamente.

Fundo Partidário
Dinheiro público destinado aos partidos, adquirido por meio de doações, dotações orçamentárias da União, multas eleitorais, entre outras. O fundo é distribuído mensalmente entre as legendas. Do total, 5% são destinados igualmente a todos os partidos. Os outros 95% são distribuídos proporcionalmente, de acordo com os votos obtidos nas últimas eleições na Câmara dos Deputados, levando-se em conta, portanto, o tamanho das bancadas.

Fim da reeleição
Outra medida que deverá ser colocada em análise no Senado na próxima semana é uma outra proposta de emenda à Constituição (PEC), que acaba com a possibilidade de reeleição para postulantes a cargos no Executivo federal. Dessa forma, governadores, prefeitos e o presidente da República não podem ser reeleitos. Parlamentares defendem que o mandato seja, então, aumentado para cinco anos, no lugar de quatro.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Começou bonito, mas...

O site da Câmara Municipal de Santa Maria do Oeste, começou bem, até passou uma boa impressão.
Infelizmente as informações foram ficando pelo caminho e as atualizações também.
Mas eu já sei os motivos:
A Mesa Diretora da Câmara está em plena campanha eleitoral.
Os nobres Deputados são mais importantes do que prestar informações a população.
Aliás tem Deputado(a) que certamente só agora lembrou que existe Santa Maria do Oeste.
Como eles conseguem vereadores(cabos eleitorais) para fazerem campanha?
É um mistério!

Bancada do PR falta um a cada seis dias

Os deputados federais do Paraná faltaram, em média, um a cada seis dias de trabalho na Câmara, desde o início da atual legislatura até o último esforço concentrado antes das eleições. Isso significa que, além dos 50 dias de recesso anual, os parlamentares paranaenses estiveram ausentes em quase dois meses de votações em menos de quatro anos de mandato. A média dos deputados do estado é de 58 faltas desde o início da legislatura, em 2011. O levantamento foi feito pela Gazeta do Povo.Entre os campeões de faltas, o deputado Angelo Vanhoni (PT) encabeça o ranking. Vanhoni esteve presente em apenas 61,3% dos dias com sessões deliberativas e teve 144 faltas no período (entre 142 justificadas e duas sem justificativa).

O deputado do PT é seguido na lista dos parlamentares mais ausentes por Alfredo Kaefer (PSDB) com 68,8%, Nelson Padovani (PSC) com 70,4%, Edmar Arruda (PSC) com 70,5% e Dr. Rosinha (PT) com 73,9% de presença.

No outro lado, o deputado Hermes Parcianello (PMDB) esteve presente em 98,9% dos dias com sessões na Câmara, seguido por Leopoldo Meyer (PSB) com 97,8%, Rubens Bueno (PPS) com 97,3%, Osmar Serraglio (PMDB) com 93% e Rosane Ferreira (PV), empatada com João Arruda (PMDB), com 91,9%.

O índice é proporcional ao número de sessões realizadas durante o mandato de cada parlamentar. Nem todos têm o mesmo período de exercício. Ratinho Junior (PSC), por exemplo, pediu licença da Câmara em fevereiro do ano passado para assumir a Secretaria do Desenvolvimento Urbano do governo Richa. Ratinho reassumiu o mandato neste ano.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Deputados pagam canais de futebol e pornografia com dinheiro público

A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) está sendo utilizada por alguns deputados federais de forma questionável. De acordo com reportagem publicada pelo site Congresso em Foco, nesta quinta-feira (28), ao menos três parlamentares utilizam o benefício que garante fornecimento de produtos e serviços necessários ao exercício do mandato para pagar pacotes especiais de televisão fechada com serviços de campeonatos de futebol e canal de pornografia. Em alguns casos, os televisores estão instalados nos gabinete ou nas residência dos parlamentares.

O Congresso em Foco teve acesso às faturas de TV fechada dos deputados federais Flaviano Melo(PMDB-AC), José Airton (PT-CE) e Renato Molling (PP-RS). Os três, que são candidatos à reeleição, aderiram aos serviços extras das operadoras que incluem os chamados “canais adultos”, compra de filmes e dos campeonatos de futebol por meio do sistema pay-per-view (pague para ver, em tradução livre).A Ceap, geralmente, é utilizada para o pagamento de despesas como passagens aéreas, combustíveis e aluguel de veículos. Com essa cota, a Câmara e o Senado gastam por ano cerca de R$ 253 milhões. A verba varia por estado. Na Câmara, a média é de R$ 35 mil mensais por deputado.

Parlamentares

Em seu segundo mandato, Renato Molling contratou o serviço “combo” de uma operadora com mais de cem canais e outros 34 itens opcionais. No pacote do parlamentar ainda está o serviço de transmissão das séries A e B do Campeonato Brasileiro, um Estadual e a “Sex Zone HD”, dedicada a filmes, programas e demais atrações pornográficas. O ponto, de acordo com a fatura, está localizado em Sapiranga (RS), município da região metropolitana de Porto Alegre onde Renato mantém seu escritório político.

Questionado, o parlamentar argumentou que não ter ideia do que há em seu serviço de TV por assinatura. “É um pacote que foi feito. Não sou nem eu que faço. Fizemos essa assinatura para ficar por dentro das notícias, dos programas de política. Acredito que não deva ter isso [canais pornô e de futebol], porque o pacote que foi feito é o mínimo. Mas não sei o que tem lá”, afirmou o deputado, que garantiu que irá ressarcir o gasto com os canais extras.

Já Flaviano Melo, também no segundo mandato, contratou o pacote mais caro, com serviços complementares, ampla oferta em transmissões de futebol e acesso aos filmes adultos. Os canais estavam à disposição tanto na Câmara quanto em sua casa. Ele pediu desculpas à sociedade pelos excessos cometidos na contratação do pacote de TV fechada. “Já ressarci isso. Pedi à Câmara para me informar o valor que foi gasto com isso [canais extras]. Foi um erro meu? Foi. Mas foi um erro involuntário. Quando me alertaram, vi e corrigi. Nem estão debitando mais [na conta da da operadora]”, declarou o peemedebista.

O deputado José Airton também consumiu o pacote de televisão fechada com o opcional de futebol. Procurado pela reportagem do Congresso em Foco, tanto por e-mail quanto pelo telefone de seu gabinete em Brasília, José Airton não foi encontrado.

Via gazeta do povo

terça-feira, 15 de julho de 2014

Deputados trabalham 2 dias na Copa. E entram em férias

Dois dias de votações. Quatro projetos aprovados. Esse foi o saldo dos trabalhos da Câmara dos Deputados durante a Copa do Mundo, segundo levatamento da Secretaria-Geral da Mesa Diretora. A partir desta segunda-feira, com o término do mundial de futebol, era esperado o retorno dos parlamentares a Brasília para a retomada dos trabalhos, mas os líderes dos partidos decidiram fechar um acordo para esticar a folga até agosto – de 18 a 31 de julho, não serão obrigados a registrar presença no plenário da Casa, instituindo o chamado "recesso branco". Em tempo: o salário, de 26.700 reais, além das verbas de gabinete serão pagas normalmente.

Oficialmente, o recesso parlamentar só pode ser autorizado depois que os congressistas aprovam a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), proposta que detalha as metas e prioridades do governo federal. Neste ano, assim como aconteceu em 2013, os deputados decidiram ignorar a regra e entrar de férias mesmo sem aprovar o texto.

Apenas algumas comissões, como as CPIs, e o Conselho e Ética, que têm prazo para conclusão de processos, deverão ter sessões regulares nos próximos meses.

Na última semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a fazer um apelo para que os parlamentares retornassem a Brasília para um "esforço concentrado". Ao final da sessão plenária desta segunda-feira, foi registrada a presença de apenas 136 dos 513 deputados – a Câmara informa que 197 informaram ter ido à Casa, embora alguns sequer marcaram presença no plenário. Sem muita convicção desde ontem, Alves já considerava improvável a presença de deputados para votações na Câmara. E o cenário é desalentador para o Legislativo já que o segundo semestre será tomado pelas campanhas eleitorais, quando a maioria dos parlamentares tentará renovar seus mandatos – a previsão é que os deputados tenham de trabalhar apenas quatro dias nesses dois meses.

Via Revista Veja

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Deputados, prefeitos e conselheiros do TCE buscam solucionar impasse na prestação de contas dos municípios

Uma reunião agendada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Artagão de Mattos Leão, e o com conselheiro Durval Amaral, na manhã desta terça-feira (1º), tratou da possibilidade de flexibilização no sistema de prestação de contas por parte dos Executivos municipais paranaenses.

O encontro atende a um pedido da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e de diversos prefeitos, que estiveram com os deputados e o presidente Rossoni nesta manhã no gabinete da Presidência do TCE. Os gestores municipais, por intermédio da Assembleia Legislativa, pedem ao TCE que considere as dificuldades encontradas pelas prefeituras em relação aos mecanismos de prestação de contas, especialmente à modernização do sistema de dados remetidos ao Tribunal, que esbarram em limitações administrativas e técnicas dos próprios municípios.

Segundo Rossoni, o encontro com os conselheiros foi produtivo. “Estabelecemos este diálogo entre a Assembleia, o Tribunal de Contas e a AMP para buscar uma solução ao pedido dos prefeitos, que encontram dificuldades para fazer a prestação de contas. O TCE ficou de analisar este pedido e nos dar uma posição”, disse o presidente do Legislativo estadual.

Na opinião do presidente da AMP, Luiz Lázaro Sorvos, a expectativa é que o Tribunal considere o argumento dos prefeitos, especialmente pela necessidade de reconhecer a dificuldade que muitas prefeituras enfrentam para firmar convênios. “O Tribunal nos deu esta abertura para o diálogo, como sempre vem fazendo. E com o reforço da Assembleia, colocamos a nossa dificuldade, até porque temos um ano eleitoral e a legislação determina prazos para os municípios firmarem convênios e receber recursos. E a falta de liberação de uma certidão, em razão de dificuldade na prestação de contas, já inviabiliza estes convênios”, afirmou.

terça-feira, 1 de abril de 2014

17 deputados paranaenses não assinaram pedido de CPI da Petrobras

O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), já recolheu 178 assinaturas necessárias para criação de CPI mista que vai investigar as denúncias envolvendo a Petrobras. São sete assinaturas a mais que o número mínimo exigido. Dos 30 deputados paranaenses, 13 assinaram o requerimento: Abelardo Lupion (DEM), Alfredo Kaefer (PSDB), Edmar Arruda (PSC), Fernando Francischini (SDD), Fernando Giacobo (PR), Hidekazu Takayama (PSC), Leopoldo Meyer (PSB), Luiz Carlos Hauly (PSDB), Luiz Nishimori (PR), Professor Sérgio (PSC), Rosane Ferreira (PV), Rubens Bueno (PPS) e Sandro Alex (PPS).

Ainda não assinaram o requerimento: Alex Canziani (PTB), Andre Vargas (PT), André Zacharow (PMDB), Angelo Vanhoni (PT), Assis do Couto (PT), Cida Borghetti (Pros), Dilceu Sperafico (PP), Dr. Rosinha (PT), Eduardo Sciarra (PSD), Hermes Parcianello (PMDB), João Arruda (PMDB), Marcelo Almeida (PMDB), Nelson Meurer (PP), Nelson Padovani (PSC), Odílio Balbinotti (PMDB), Osmar Serraglio (PMDB) e Zeca Dirceu (PT).

“Já chegamos a 178 assinaturas, com a chance de ter nesta terça mais de 200. Temos que fazer as assinaturas valerem. Não podemos deixar perder [isso]“, disse Bueno. A intenção é que, após a coleta na Câmara, o requerimento será encaminhado ao Senado para coleta de mais assinaturas. O líder do PPS isse ter confirmado uma reunião para tratar do tema nesta terça-feira com o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), e com Aécio Neves (PSDB-MG).

“A prioridade é que se crie a CPI mista. No nosso requerimento, pedimos investigação de vários negócios da Petrobras na América do Sul, sobre a holandesa SBM Offshores e sobre a refinaria de Pasadena. No Senado, não constam as ações na América do Sul, mas pedem para investigar [as denúncias envolvendo a refinaria de Pernambuco] Abreu e Lima. Temos que fazer um ajuste de estratégias, e vamos discutir à luz da melhor situação”, afirmou Bueno.

Via blog do Tupan

domingo, 12 de janeiro de 2014

Eleições devem levar Richa a trocar sete secretários

A exemplo da reforma ministerial que deve começar a ser feita ainda neste mês pela presidente Dilma Rousseff (PT), o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), também deve substituir alguns secretários estaduais que pretendem disputar as eleições de outubro. Possíveis mudanças e nomes de substitutos ainda não são confirmados, mas fontes do Palácio Iguaçu dão como certa a modificação na direção de pelo menos 7 das 29 pastas. As mudanças, caso ocorram, serão realizadas até abril – quando termina o prazo para que pessoas que pretendam ser candidatas deixem os cargos que ocupam no Poder Executivo.

O secretário da Casa Civil, Reinhold Stephanes (PMDB), é um dos que deve deixar o governo. Ele vai concorrer ao sétimo mandato de deputado federal, cargo do qual está licenciado. Com a volta dele, o deputado federal Marcelo Almeida (PMDB) perde a cadeira na Câmara.

De saída

Veja quais são os secretários que podem deixar o governo Richa e para qual cargo devem concorrer:

Deputado federal

• Reinhold Stephanes (Casa Civil)
• Ricardo Barros (Indústria e Comércio)
• Evandro Rogério Roman (Esportes)
• Edson Casagrande (Assuntos Estratégicos)

Deputado estadual

• Ratinho Jr. (Desenvolvimento Urbano)
• Luiz Eduardo Cheida (Meio Ambiente)
• Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho e Emprego)

Há a possibilidade de a Casa Civil vir a ser fundida com a Secretaria de Governo até o fim do ano. A pasta de Governo foi criada em março do ano passado para intensificar a articulação política entre o governo e as demais esferas de poder. Hoje, a pasta é comandada pelo deputado federal Cezar Silvestri (PPS). Afastado da Câmara desde 2011, ele já disse que não deve ser candidato. Porém, não está descartada a possibilidade de deixar o governo para concorrer à reeleição.

Outros três secretários estaduais que atualmente não têm mandato tendem a disputar uma vaga na Câmara Federal: Ricardo Barros (PP), da Secretaria de Indústria e Comércio; Evandro Rogério Roman (PSD), do Esporte; e Edson Casagrande (PSB), secretário de Assuntos Estratégicos.

Assembleia

Nos bastidores do Palácio Iguaçu, também se comenta que o secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Jr. (PSC), deve deixar a pasta para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Ratinho é deputado federal, mas está licenciado desde agosto de 2012. Ele não esconde o desejo de disputar cargos mais altos e, na Assembleia, teria mais visibilidade e destaque do que voltando à Câmara. Além disso, como Ratinho deve ser bem votado, ajudaria o PSC a formar uma bancada expressiva – o que facilitaria uma suposta pretensão de disputar a presidência da Assembleia em 2015. Com um possível retorno de Ratinho a Brasília, o suplente Prof. Sérgio de Oliveira, também do PSC, perde a vaga.

Já os secretários peemedebistas Luiz Eduardo Cheida (Meio Ambiente) e Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho e Emprego), que são deputados estaduais licenciados, tendem a deixar o governo para voltar a ocupar suas cadeiras na Assembleia para disputar a reeleição. Com isso, os atuais suplentes Luiz Carlos Martins (PSD) e Gilberto Martin (PMDB) deixarão a Casa.

Via gazeta do povo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Projeto prevê aperfeiçoamento da Lei de Transparência

Os deputados Valdir Rossoni (PSDB) e Plauto Miró (DEM), presidente e 1º secretário da Assembleia Legislativa, respectivamente, apresentaram na segunda-feira (9) projeto de lei para alterar a Lei complementar estadual nº 137, a chamada Lei da Transparência. O projeto altera o caput do artigo 2º e inclui o artigo 4º-A, aperfeiçoando a lei no que diz respeito ao exercício da competência dos municípios na divulgação dos atos administrativos, bem como ao arquivamento dos atos publicados. “Muitas prefeituras e câmaras municipais não estavam cumprindo a lei por conflito de interpretação, e isso gerou dúvida quanto à constitucionalidade. Essa proposta resolve o problema e será uniformizada em todo o estado”, disse Rossoni.
Deputados Plauto Miró (DEM) e Rossoni (PSDB). / Foto: Nani Gois/Alep
Segundo o deputado, a alteração não tira a autonomia dos municípios em eventuais leis municipais que tratam da transparência, desde que elas estejam de acordo com os critérios já determinados em leis maiores. A mudança ajudará para dar maior publicidade aos atos das administrações públicas. “A publicação é essencial para que a população tome conhecimento do assunto. Nem todos têm acesso ao diário oficial dos municípios.”

Com a alteração, o caput do artigo 2º passa a vigorar com a seguinte redação: “Para efeito do disposto no caput do art. 1º desta Lei, respeitado o exercício da competência legislativa municipal, os atos oficiais deverão ser veiculados obrigatoriamente por:”. Já a inclusão do artigo 4º-A, determina o arquivamento dos atos publicados. “É dever dos poderes públicos municipais zelar pelo regular arquivamento dos atos publicados, observando as disposições relativas à gestão de documentos contidas na Lei federal nº 8.159 de 8 de janeiro de 1991.”

O projeto terá que passar pelas comissões técnicas permanentes da Assembleia Legislativa antes de ir ao Plenário para votação.

Por Assessoria de Comunicação da Presidência, com Sonia Maschke e Jaime Santorsula Martins.

domingo, 8 de dezembro de 2013

TC vai investigar 38 licitações suspeitas da Assembleia

O Tribunal de Contas (TC) vai investigar 38 licitações realizadas pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) em 2010. Uma auditoria de técnicos do TC levantou uma série de suspeitas de irregularidades nas concorrências públicas. A investigação envolve o período em que o diretor-geral da Assembleia era Abib Miguel, o Bibinho, e também a gestão de seu sucessor no cargo, Eron Abboud – que assumiu após a revelação, pela Gazeta do Povo e pela RPCTV, do escândalo dos Diários Secretos. No procedimento investigatório do TC, serão apuradas as responsabilidades dos dois ex-diretores e de outros quatro gestores da Assembleia. Nenhum deputado que comandou o Legislativo no período será investigado.

Entre os problemas encontrados nas licitações destacam-se a falta de pesquisa para estimar o preço de mercado dos produtos e serviços contratados; falta de indicação de verba para cobrir os custos da aquisição dos produtos e dos serviços; ausência de fundamentação legal e técnica; superficialidade na análise jurídica dos editais; e especificação dos objetos licitados com base nas propostas apresentadas pelas empresas participantes. Os técnicos do TC ainda apontaram casos de dispensa indevida de licitação.

Os processos questionados pelo TC referem-se a serviços de publicidade e divulgação, telecomunicações e informática, reforma de instalações e manutenção, entre outros.

A investigação será feita por meio de uma tomada de contas extraordinária. O procedimento é indicado quando existe a necessidade de mensurar a extensão e os responsáveis por condutas que impliquem em danos ao patrimônio público.

O advogado de Bibinho, Eurolino Reis, disse que ainda não tomou conhecimento da decisão do TC. O advogado de Eron Abboud, Iverlei Teixeira, disse que não poderia se manifestar sobre o assunto porque desconhecia o teor da decisão.

Parlamentares

O procedimento do TC não vai apurar a responsabilidade dos deputados Nelson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB), presidente e primeiro-secretário da Assembleia, respectivamente, na época das licitações. Curi é citado no relatório preliminar da auditoria; Justus não. Em sua defesa, Curi afirmou que os atos de gestão interna da Assembleia são de competência do diretor-geral, conforme determinado pelo Decreto 52/84. O argumento dele foi aceito pela diretoria de contas estaduais e pelos conselheiros do TC, que entenderam que ele não conduzia “atos de gerência interna” da Assembleia. A decisão de abrir a investigação foi tomada pelos conselheiros, em sessão do pleno, em 31 de outubro.

Via Gazeta do Povo

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Reivindicações dos professores do Ensino Especial são tema de audiência pública na Assembleia

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa realizou na manhã desta segunda-feira (25), por proposição do deputado Professor Lemos (PT), audiência pública para debater as condições de trabalho dos professores da Educação Especial. O encontro contou com a presença dos deputados Adelino Ribeiro (PSL) e Pastor Edson Praczyk (PRB), respectivamente presidente e integrante da Comissão; de Marlei Fernandes de Carvalho, presidente da AAP Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Paraná; e de profissionais da educação especial.

De acordo com Lemos, os professores da educação especial estão recebendo do Governo do Estado tratamento diferenciado em relação aos profissionais que atuam nas escolas de ensino regular. “Entre as principais reivindicações deles estão a implantação da hora atividade e a carga semanal de trabalho, a melhoria do acesso a cursos de atualização e de formação continuada e a retomada do concurso público para suprimento das vagas no setor”, disse.

Segundo Marlei Fernandes, o debate com o Governo está em andamento, mas ressaltou que é importante a participação da Assembleia Legislativa para o avanço das conquistas dos trabalhadores da educação especial. Ela entregou à Comissão de Educação um conjunto de documentos que mostram a evolução das negociações e acrescentou que as reivindicações dizem respeito também aos professores de instituições como as APAES, que atuam na educação especial em convênio com o Governo do Estado.

Adelino Ribeiro lembrou o esforço do Executivo estadual para a melhoria das condições da educação, mas considerou importante a realização da audiência para o avanço das negociações. “Eu sei que há a vontade do Governo do Estado nessa matéria, até pelo investimento feito nesses dois anos e meio de mandato, mas compete a nós não ficarmos de braços cruzados. Não tenho dúvida nenhuma de que as negociações irão avançar e os direitos dos professores serão respeitados”, concluiu. Um dos resultados do encontro foi o início da formação de um grupo de trabalho composto por representantes do Governo do Estado, da APP Sindicato e da Federação que representa das APAES para a continuidade do processo.

domingo, 17 de novembro de 2013

O bom administrador...

Trecho da música, Pra não dizer que não falei das flores de Geraldo Vandré.
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Enquanto alguns esperam migalhas de Governo Estadual, Federal, Deputados, outros não esperam acontecer, fazem acontecer!
Administrar um município não é "viver as custas" de bondade alheia.
Governantes, cumpram suas obrigações, não esperem acontecer.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Câmara: Solidariedade e PROS vão onerar a folha em R$ 19 mi a partir de 2014

Criados em setembro, já no final do prazo para que pudessem disputar as eleições de 2014, o Solidariedade e o PROS vão onerar a folha de pagamento da Câmara dos Deputados em R$ 19,07 milhões a partir do ano que vem, segundo cálculo da assessoria técnica da Casa.

O dinheiro será gasto com a criação de 89 cargos comissionados e com o pagamento de um adicional aos 30 servidores efetivos que vão servir em cargos de confiança às lideranças das novas siglas. Os partidos que perderam deputados para as legendas não vão, porém, perder os funcionários que já dispunham.

Com bancada de 22 deputados, a liderança do Solidariedade tem direito a 68 servidores, sendo 16 obrigatoriamente concursados e 52 por livre nomeação. A liderança do PROS contará com 51 servidores: 14 concursados e 37 comissionados.

Do total de servidores, o Solidariedade poderá ter oito com a maior remuneração entre os de livre nomeação, R$ 14,8 mil; o PROS, seis nessa condição. Todos os concursados terão direito a acréscimo no salário por exercício de função comissionada, com gratificações que vão de R$ 6,9 mil a R$ 8,2 mil, que se somarão a um salário mensal que pode ir de R$ 6,7 mil a R$ 21,5 mil, de acordo com a Resolução nº 1, de 2007.

A criação dos cargos ocorrerá a partir de fevereiro, porque a Constituição exige que seja feita a previsão orçamentária, além da aprovação de projetos de resolução que regulamentarão as novas funções, com o fim do recesso legislativo. Os dois partidos não têm ainda funcionários nem local para instalar o gabinete do líder. Ambos pediram um espaço para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que determinou à Diretoria-Geral que encontre um local para eles.

Como os espaços da Câmara estão hoje praticamente todos ocupados restará à direção da Casa desalojar algumas salas onde funciona a central de fotocópias, num anexo que fica a cerca de 500 metros do plenário. Mesmo assim, Solidariedade e PROS não deverão contar com os 150 metros quadrados que partidos mais antigos dispõem para suas lideranças, devido à escassez geral de lugares onde abrigar os novos gabinetes.

“Ainda vamos ter de esperar um pouco. Por enquanto, despacho do meu gabinete e faço as reuniões em salas de alguma comissão que não esteja em funcionamento”, disse o deputado Givaldo Carimbão (AL), líder do PROS. Ontem mesmo, a cerimônia de formação do bloco PP/PROS teve de ser realizada na sala da Comissão de Direitos Humanos, ainda assim pequena para a visita de líderes, dirigentes da Câmara e da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), que foi aplaudir a criação do novo grupo governista.

Geral

A Câmara tem 15.328 servidores. Destes, 3.402 são concursado, 1.449 são de natureza especial, de livre nomeação, locados nos gabinetes dos dirigentes da Casa e dos líderes, e 10.477 trabalham nos 513 gabinetes dos deputados, também nomeados pelos parlamentares, sem necessidade de concurso público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via Gazeta do Povo

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Deputados aprovam aluguel social e bolsa agricultor no Paraná

A Assembleia Legislativa aprovou hoje o projeto do governador Beto Richa que transforma em lei o programa Família Paranaense – que prevê complemento de renda às famílias em condição de extrema pobreza – e cria o Aluguel Social e a Bolsa-Agricultor.

A nova torna permanentes os programas de transferência direta de renda para 104 mil famílias. O programa atenderá os beneficiados do Bolsa Família e outras 2 mil famílias que não têm nenhuma complementação de renda. No caso das famílias que não recebem o Bolsa Família, o Estado bancará o repasse integral do valor per capita de R$ 80,00.

O projeto transforma em lei outros programas sociais, como o Aluguel Social e Bolsa Agricultor. O Aluguel Social é destinado a famílias que necessitam sair temporariamente do seu local atual de moradia. O governo vai repassar entre R$ 200 e R$ 400 por mês para cada família necessitada. No Bolsa Agricultor, o governo vai liberar recursos para qualificação profissional de agricultores e incentivo à produção. Serão repassados entre R$ 2 mil e R$ 3 mil para cada família de agricultor.

Via Boca maldita

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Resultado final da votação do Prêmio Congresso em Foco

O Congresso em Foco faz um jornalismo independente e sem ligações com Partidos Políticos.
Meus amigos Paranaenses observem nesta lista que apenas um Deputado de nosso Estado foi citado.

I – CATEGORIAS GERAIS
Melhores Deputados
1 – Jean Wyllys (Psol-RJ)
2 – Romário (sem partido-RJ) - indicado em votação espontânea pela internet
3 – Chico Alencar (Psol-RJ)
4 – Luiza Erundina (PSB-SP)
5 – Ivan Valente (Psol-SP)
6 – Manuela D’Ávila (PCdoB-RS)
7 – Alessandro Molon (PT-RJ)
8 – Tiririca (PR-SP)
9 – Reguffe (PDT-DF)
10 – Benedita da Silva (PT-RJ)
11 – Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
12 – Ronaldo Caiado (DEM-GO)
13 – Miro Teixeira (PDT-RJ)
14 – Paulo Teixeira (PT-SP)
15 – Domingos Dutra (PT-MA)
16 – Henrique Fontana (PT-RS)
17 – Arlindo Chinaglia (PT-SP)
18 – Beto Albuquerque (PSB-RS)
19 – Fernando Ferro (PT-PE)
20 – Nilmário Miranda (PT-MG)
21 – Carlos Sampaio (PSDB-SP)
22 – Mara Gabrilli (PSDB-SP)
23 – Glauber Braga (PSB-RJ)
24 – Paulo Rubem Santiago (PDT-PE)
25 – Jerônimo Goergen (PP-RS)
Melhores Senadores
II – CATEGORIAS ESPECIAIS
Parlamentares de Futuro
1 – Jean Wyllys (Psol-RJ)
2 - Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
3 - Manuela D’Ávila (PCdoB-RS)
4 - Reguffe (PDT-DF)
5 - Renzo Braz (PP-MG) - indicado em votação espontânea pela internet
Defesa da Democracia
1 – Chico Alencar (Psol-RJ)
2 – Pedro Simon (PMDB-RS)
3 - Romário (Sem Partido-RJ) indicado em votação espontânea pela internet
4 – Pedro Taques (PDT-MT)
5 – Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
Defesa dos Consumidores
1 – Ivan Valente (Psol-SP)
2 – Paulo Paim (PT-RS)
3 – Reguffe (PDT-DF)
4 – Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
5 – Amauri Teixeira (PT-BA) - indicado em votação espontânea pela internet
Defesa da Seguridade Social e dos Servidores Públicos
1 – Paulo Paim (PT-RS)
2 – Chico Alencar (Psol-RJ)
3 – Otoniel Lima (PRB-SP) - indicado em votação espontânea pela internet
4 – Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
5 – Darcísio Perondi (PMDB-RS)
Defesa da Gestão Pública
Destaque no Combate ao Crime Organizado
1 – Alessandro Molon (PT-RJ)
2 – Pedro Taques (PDT-MT)
3 – Otoniel Lima (PRB-SP) - indicado em votação espontânea pela internet
4 – Luiz Couto (PT-PB)
5 – Fernando Francischini (PEN-PR)
Defesa do Desenvolvimento Econômico
Defesa da Educação
1 – Cristovam Buarque (PDT-DF)
2 – Ivan Valente (Psol-SP)
3 – Fátima Bezerra (PT-RN)
4 – Ana Amélia (PP-RS)
5 – Amauri Teixeira (PT-BA) - indicado em votação espontânea pela internet

III – PRÊMIOS ESPECIAIS – DESTAQUES DOS JORNALISTAS
Senador mais votado pelos jornalistas
Deputado mais votado pelos jornalistas



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Veja a lista dos 32 deputados que votaram a favor da privatização da Sanepar

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou  no dia 11 de setembro projeto de lei que autoriza o governo Beto Richa (PSDB) vender a Sanepar. Dos 49 parlamentares presentes, 32 votaram pela privatização da estatal de água esgoto.

Veja abaixo quem votou favorável à privatização da Sanepar:

01- Adelino Ribeiro(PSL)
02- Ademar Traiano (PSDB)
03- Ademir Bier (PMDB)
04- Alceu Maron Filho (PSDB)
05- Alexandre Curi (PMDB)
06- André Bueno (PDT)
07- Belinati (PP)
08- Bernardo Ribas Carli (PSDB)
09- Cantora Mara Lima (PSDB)
10- Dr. Batista (PMN)
11- Duílio Genari (PP)
12- Elio Ruch (DEM)
13- Fernando Scanavaca (PDT)
14- Francisco Bührer (PSDB)
15- Jonas Guimarães (PMDB)
16- Luiz Accorsi (PSDB)
17- Lui Carlos Martins (PSD)
18- Mauro Moraes (PSDB)
19- Nelson Garcia (PSDB)
20- Nelson Justus (DEM)
21- Ney Leprevost (PSD)
22- Paranhos (PSC)
23- Pastor Edson Praczyk (PRB)
24- Pedro Lupion (DEM)
25- Plauto Miró (DEM)
26- Rasca Rodrigues (PV)
27- Roberto Aciolli (PV)
28- Rose Litro (PSDB)
29- Stephanes Junior (PMDB)
30- Tercílio Turini (PPS)
31- Teruo Kato (PMDB)
32- Wilson Quinteiro (PSB)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Veja a lista dos deputados que votaram CONTRA a privatização da Sanepar


O governador Beto Richa (PSDB) teve ontem (11) uma “Vitória de Pirro” na Assembleia Legislativa do Paraná na votação que aprovou a venda da Sanepar. Destaque para o PMDB que foi o partido que mais deu votos contra a ao entreguismo (clique aqui para relembrar) Dos 49 parlamentares presentes, 32 votaram pela privatização da estatal de água esgoto. Dezesseis deputados votaram CONTRA a privatização e seis não votaram na sessão desta quarta.

Pelo Twitter, o senador Roberto Requião saudou os sete “heróis” peemedebistas que resistiram à pressão do Palácio Iguaçu.

Veja abaixo quem votou CONTRA a privatização da Sanepar:

01- Anibelli Neto (PMDB) 
02- Artagão Junior (PMDB) 
03- Toninho Wandscheer (PT)
04- Waldyr Pugliesi (PMDB)
05- Tadeu Veneri (PT)
06- Gilberto Martin (PMDB)
07- Gilberto Ribeiro (PSB)
08- Gilson De Souza (PSC)
09- Elton Welter (PT)
10- Caíto Quintana (PMDB)
11- Cleiton Kielse (PMDB)
12- Marla Tureck (PSD)
13- Nelson Luersen (PDT)
14- Nereu Moura (PMDB)
15- Péricles De Mello (PT)
16- Professor Lemos (PT)

Não votaram:
17- Valdir Rossoni (PSDB)
18- Hermas Brandão Jr (PSB)
19- Luciana Rafagnin (PT)
20- Enio Verri (PT)
21- Evandro Junior (PSDB)
22- Douglas Fabrício (PPS)

Via Blog do Esmael

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Assembleia justifica todas as faltas de deputados em agosto. Todas!

Conforme o blog antecipou na semana passada, as faltas sem justificativa dos deputados estaduais paranaenses continuaram sumindo uma a uma.

Acompanhando dia a dia, foi possível ver as ausências sem justificativa formal sumindo uma a uma. Do mês de agosto inteiro, até ontem, só havia uma restante, de André Bueno (foto), no dia 28.

Mas essa falta também sumiu, ou melhor, foi justificada. E agora a Assembleia conseguiu o recorde de zero faltas sem justificativas em um mês inteiro. Foram aceitas mais de 80 justificativas.

Ou seja: embora os parlamentares tenham se ausentado mais de 80 vezes da Casa, o paranaense não economizará com isso o suficiente para economizar um pirulito.

Todos os descontos foram anulados por documentos que comprovam que os deputados estavam em viagens com o governador ou em missão oficial sabe-se lá onde. E os R$ 650 que deveriam ser descontados do salário a cada falta serão pagos sem problemas.

Todos os 54 deputados terão seus salários de R$ 20 mil depositados regularmente na conta. Fica a pergunta: será que não está fácil demais justificar as ausências?

Via blog caixa zero

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Obra em penitenciária é feita sob medida para abrigar mensaleiros

Apontado como um dos possíveis destinos dos condenados no mensalão, complexo no Setor de Indústria e Abastecimento passa por reforma e terá cubículos diferenciados para políticos e pessoas notórias, com cama móvel, fiação para tevê e piso de cerâmica

A Secretaria de Segurança Pública do DF se prepara para a eventualidade de receber em regime semiaberto condenados no processo do mensalão. Reforma e ampliação no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústria e Abastecimento de Brasília (SIA), inclui a adaptação de salas para internos com notoriedade que devem ser separados dos demais por questão de segurança. São ambientes destinados a detentos com alto poder econômico, político ou conhecidos na sociedade. Por causa do perfil, são considerados no sistema penitenciário alvos de rebeliões, extorsões ou outro tipo de exploração por condenados perigosos.
O subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, delegado da Polícia Civil Cláudio de Moura Magalhães, explica que a iniciativa está incluída na ampliação do CPP para mais 600 vagas, atendendo uma demanda de internos que já progrediram do regime fechado para o semiaberto e estão hoje alojados inadequadamente no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), no Complexo da Papuda. Uma ala separada do galpão onde dormem os internos do regime semiaberto será adaptada. Estes passam a noite em beliches ou treliches lado a lado.

Como no caso do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que está isolado dos demais presos numa cela no Pavilhão de Segurança Máxima (PSM), outros parlamentares que venham a cumprir pena no DF não serão misturados aos demais presidiários. “Não é uma regalia. É uma questão de segurança, de necessidade no sistema penitenciário”, ressalta Magalhães. “Quem tem notoriedade fica vulnerável e precisa ser separado da massa, sob pena de ser vítima de extorsão, por exemplo”, explica.

O subsecretário diz que esses internos não terão privilégios em relação aos demais. Ao deixar o complexo da Papuda para defender a sua absolvição no plenário da Câmara dos Deputados na semana passada, Donadon reclamou da comida e da falta de água para tomar banho. Segundo Magalhães, todos que cumprem pena no DF têm o mesmo tratamento: banho frio e refeições sem tempero ou gordura. “A alimentação pode não ser tão saborosa como em restaurantes de Brasília, mas posso garantir que as refeições são saudáveis para todos”, acrescenta. O subsecretário afirma ainda que gostaria de providenciar banho quente para todos os detentos, mas essa medida representa risco pelo acesso dos presos à fiação elétrica. A água do banho sai por um cano, sem chuveiro.

Via correio braziliense