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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Dilma e o Dia do Trabalho... Falar o quê!

Nunca antes na história desse país, um Presidente deixou de se pronunicar no Dia do Trabalho.
Pois, neste 01/05/2015, a Presidente Dilma não fará pronunciamento em cadeia de rádio e Tv.
Estranho, nem tanto!
Vai falar o quê?
Inflação em alta;
Juros em alta;
Desemprego em alta;
Popularidade em baixa;
Tudo isso o povo já sabe, não tem nada de novo para a Presidente usar em seu discurso, portanto o melhor mesmo, "é ficar Calada".
Um Dia do Trabalho sem motivos para comemoração.
Mesmo assim, parabéns a todos nós trabalhadores brasileiros, cada qual a sua maneira tem uma parcela de contribuição para se construir um Brasil melhor.
Feliz Dia do Trabalho!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Segunda continua o "agito" em Santa Maria do Oeste

Após uma semana bem agitada em Santa Maria do Oeste, está marcada para segunda a eleição para Presidente da Câmara Municipal de Vereadores.
A semana teve fotos e vídeos comprometedores revelados, teve a visita do Delegado Bradock na Prefeitura Municipal e teve também uma coisa boa, o Padre Cassemiro recebendo o título de Cidadão Honorário de Santa Maria do Oeste.
Vamos por partes:
-A questão das fotos e vídeos envolvendo pessoas de Santa Maria do Oeste, infelizmente para as pessoas envolvidas tem se tornado comum nos dias de hoje.
Não sei como tem gente que ainda se deixa filmar e fotografar em casos assim.
Sinceramente, é problema pessoal de cada um.
-A visita do Delegado e do Promotor ao Paço Municipal, certamente ainda vai render "frutos".
Bradock é "osso duro de roer", caso tenha alguma irregularidade certamente virá à tona.
Vamos aguardar os próximos capítulos.
-Padre Cassemiro, finalmente teve reconhecido o seu esforço e o seu trabalho junto a comunidade santamariense.
Homenagem mais do que merecida!
- Eleição para Presidente da Câmara Municipal, em meu entendimento são favas contadas, ou seja, o vereador Elião será o novo Presidente.
A bem da verdade, para a população a eleição não altera rigorosamente nada.
Entra Presidente, sai Presidente e pouco ou quase nada se faz em favor do povo.
Estarei acompanhando atentamente as notícias de minha amada Santa Maria do Oeste durante a semana, mesmo distante estou sempre atento aos acontecimentos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Dilma não vence. É uma questão matemática!

Vamos fazer uma fria análise dos números da eleições:
Nas eleições presidenciais de 2010, Dilma era novidade.
A então candidata não tinha rejeição, visto que jamais havida disputado uma eleição.
Ainda tinha o fator de ser a primeira mulher a concorrer a Presidência.
Ela foi apresentada pelo então Presidente Lula como sua sucessora.
O fato de ser mulher e não ter praticamente rejeição foi um tiro certeiro de Lula.
Abaixo os números da eleição de 2010 dos dois turnos.
PRESIDENTEDILMA VANA ROUSSEFF113PT47.651.434
PRESIDENTEDILMA VANA ROUSSEFF213PT55.752.529
Pois bem passados quatro anos existe o desgaste natural de quem governa.
Hoje a Presidente já possui um alto índice de rejeição.
Agora ela deixou de ser desconhecida.
Vamos avaliar os números.
Abaixo os números de 2014.
PRESIDENTE    DILMA VANA  ROUSSEFF    13  43.267.668
Neste primeiro turno a Presidente candidata obteve 4.383.766 à menos que em 2010.
Em valores percentuais aproximadamente 9,2% menos votos que em 2010.
Diante dos fatos e dos números nada leva a crer que o seu desempenho no segundo turno tenha um crescimento percentual igual a 2010.
Fazendo algumas projeções e cálculos bem simples, cheguei a conclusão(não definitiva) de que o potencial de votos da candidata para este segundo turno ficará na casa dos 48 a 49 milhões de votos.
Esta quantia não é suficiente para vencer a eleição em condições normais.
Eleições também nos reservam surpresas muitas vezes.
É esperar para ver.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Polícia Federal tenta há sete meses ouvir Lula

A Polícia Federal tenta há sete meses um acordo para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como testemunha no inquérito que investiga supostos repasses ilegais da Portugal Telecom para o PT. A investigação foi aberta a pedido do Ministério Público Federal com base em denúncia do operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza, que, em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República em 2012, conforme revelou o Estado na época, acusou Lula de intermediar pagamento de R$ 7 milhões da telefônica ao partido. O objetivo seria pagar dívidas de campanha.

Fontes ouvidas pela reportagem informaram que o advogado do ex-presidente Lula, Marcio Thomaz Bastos, afirmou à cúpula da PF que o petista estará em Brasília amanhã e tentará marcar uma data para prestar esclarecimentos. Ele participará de um evento da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Na Polícia Federal, a alegação, contudo, é que os acertos para que o depoimento ocorra, sempre informais, não foram adiante.A PF espera ouvir o ex-presidente para concluir o inquérito, cujo prazo inicial foi estendido algumas vezes. A reportagem tentou ontem vários contatos com Thomaz Bastos, mas ele não respondeu aos recados deixados no celular e no seu escritório. A assessoria de imprensa do ex-presidente Lula informou que o petista “não vai se pronunciar sobre o assunto”. A Polícia Federal informou que não se pronunciaria a respeito. O inquérito foi instaurado em abril de 2013.

Em fevereiro, o ex-ministro Antonio Palocci prestou depoimento nesse mesmo inquérito na Superintendência da PF na capital federal. Segundo Marcos Valério afirmou no depoimento, Lula e Palocci reuniram-se com Miguel Horta - então presidente da Portugal Telecom - no Palácio do Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas. Na época, Palocci era ministro da Fazenda de Lula. O ex-ministro negou as acusações.

As negociações com a Portugal Telecom estariam por trás da viagem feita em 2005 a Portugal por Valério, seu ex-advogado Rogério Tolentino, e o ex-secretário do PTB Emerson Palmieri.

De acordo com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, que denunciou o esquema do mensalão, José Dirceu havia incumbido Marcos Valério de ir a Portugal para negociar a doação de recursos da Portugal Telecom para o PT e o PTB.

Condenação. Essa missão e os depoimentos de Jefferson e Palmieri foram usados para comprovar o envolvimento de José Dirceu no mensalão. O depoimento de Marcos Valério foi prestado quando ele já havia sido condenado no julgamento do mensalão a 37 anos, 10 meses e 6 dias de prisão pelos crimes de corrupção, peculato, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A Justiça considerou Valério o chefe do núcleo operacional do esquema que beneficiou o PT. A partir do depoimento, a Procuradoria da República determinou a abertura de seis investigações, ainda em andamento.

Via gazeta do povo

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dilma tem 36%, Marina cai para 27,4% e Aécio vai a 17,6%, diz CNT/MDA

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira mostrou a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, com 36% das intenções de voto no primeiro turno, seguida de Marina Silva (PSB) com 27,4% e Aécio Neves (PSDB) com 17,6%.

Dilma passou de 38,1% no início de setembro para os atuais 36% , enquanto Marina caiu de 33,5% para 27,4% e Aécio subiu de 14,7% para 17,6%.

Em um segundo turno entre Dilma e Marina, a atual presidente tem 42% contra 41% de Marina .

Numa disputa no segundo turno entre Dilma e Aécio, a candidata do PT tem 45,5% e Aécio 36,5%, segundo a pesquisa.

A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de cinco regiões de país, nos dias 20 e 21 de setembro.

Via boca maldita

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%

Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Marina Silva (PSB): 34%
- Aécio Neves (PSDB): 15%
- Pastor Everaldo (PSC): 2%
- José Maria (PSTU): 0% *
- Eduardo Jorge (PV): 0% *
- Luciana Genro (PSOL): 0% *
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0% *
- Eymael (PSDC): 0% *
- Levy Fidelix (PRTB): 0% *
- Mauro Iasi (PCB): 0% *
- Brancos/nulos/nenhum: 8%
- Não sabe: 9%

(*) Os candidatos indicados com 0% são os que não atingiram 1% das intenções de voto; somados, os sete têm 1%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff: 27%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Não sabe: 32%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

- Marina Silva: 50%
- Dilma Rousseff: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 3%

- Dilma Roussef: 48%
- Aécio Neves: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 4%

O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

- Dilma Roussef: 35%
- Pastor Everaldo: 23%
- Aécio Neves: 22%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 17%
- Levy Fidelix: 17%
- Rui Costa Pimenta: 16%
- Luciana Genro: 15%
- Marina Silva: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 14%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 35% dos entrevistados – no levantamento anterior, eram 38%. O índice se refere aos entrevistados que classificaram o governo como "ótimo" ou "bom".

Os que julgam o governo "ruim" ou "péssimo" eram eram 23% e agora são 26%, segundo o Datafolha. Para 39%, o governo é "regular" – 38% no levantamento anterior.

- Ótimo/bom: 35%
- Regular: 39%
- Ruim/péssimo: 26%
- Não sabe: 1%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 5,9 – na pesquisa anterior, foi 6,0.

Via G1


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Você sabia que ela é candidata a Presidente?

Duas mulheres (Dilma e Marina) juntas, provavelmente terão a maioria dos votos nestas eleições.
Talvez muitos não saibam, mas tem mais mulher candidata a Presidente.
Luciana Genro.
É sempre bom estar informado e saber quem é esta mulher.
Por que não?
Luciana Genro iniciou sua trajetória política em 1985, aos 14 anos,2 no Colégio Julio de Castilhos em Porto Alegre, quando entrou no movimento estudantil. Foi a partir deste momento que passou a ter contato com as mais diversas correntes internas do Partido dos Trabalhadores, organização a qual seu pai era filiado. Ainda que a convivência com a política tenha começado dentro de casa, Luciana sempre teve importantes divergências políticas com Tarso inclusive depois de também ingressar nas fileiras do PT. Foi também no Colégio Julinho que Luciana conheceu Roberto Robaina, seu parceiro político desde aquela época e com quem Luciana teve seu filho, Fernando. Ambos seguem na mesma organização, o Movimento Esquerda Socialista, tendência interna do PSOL.Luciana Genro estudou direito na PUC-RS de 1988 a 1990, curso que não chegou a concluir. Também chegou a estudar Letras na UFRGS e foi professora de inglês de 1988 a 1994.

Após retomar estudos na área, formou-se em direito na UNISINOS, em 2011, e lançou o livro "Direitos Humanos - O Brasil no banco dos réus", somando-se à corrente jurídica que defende que a Lei de Anistia não pode ser um obstáculo para que os agentes públicos acusados de crimes de tortura, assassinato e desaparecimento político durante a ditadura militar continuem impunes.14

Atua nas áreas do Direito Previdenciário e Direito Penal no escritório Genro & Genro Advocacia dos Direitos Constitucionais emPorto Alegre15 . Atualmente é mestranda de direito na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, sendo orientada pelo professor Alysson Mascaro.

Atuação na Câmara dos Deputados

Além dos embates com o governo Lula, Luciana apresentou na Câmara Federal diversos projetos de lei. Um deles, que espera aprovação no Senado Federal, é o projeto para que bancos paguem os impostos sobre operações de leasing no local onde estão instalados e não onde está sua matriz.

Outro projeto que foi carro-chefe do mandato da ex-deputada, e que foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, regulamenta impostos sobre as grandes fortunas.7 A Constituição de 1988 criou esse imposto, mas, por não haver uma regulamentação, ele nunca foi cobrado.

Luciana participou também, como membro titular, da Comissão da Reforma Tributária onde apresentou diversos projetos de mudança da estrutura da tributação no Brasil.

Foi membro titular da CPI do Apagão Aéreo, que assistiu em meio ao seu funcionamento a tragédia do acidente com o avião da TAM, a queda do avião da GOL e uma inédita paralisação dos controladores de voo quando a CPI foi instalada. Na comissão, Luciana apresentou um relatório paralelo ao do Deputado Marco Maia, então relator da CPI.8 Nele a deputada incorporou as questões trazidas pelos controladores de voo, pelos familiares das vítimas dos acidentes e demonstrou que o relatório oficial estava protegendo as autoridades, o comando da Aeronáutica e da Infraero e serviu de base jurídica para a luta que os familiares dos mortos no acidente da TAM travam na justiça para buscar indenizações, mas principalmente a punição dos responsáveis por aquela tragédia. Por este motivo, Luciana Genro foi homenageada pela associação dos familiares das vítimas do acidente da TAM e ficou conhecida como a “madrinha” dos controladores de voo.

Quem quiser saber mais sobre a candidata e o seu programa de governo é só acessar:

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Um desastre chamado Dilma!

Do Ricardo Noblat

William Bonner empurrou a presidente Dilma Rousseff para o canto do ringue. E ficou batendo nela até cansar. Até resolver lhe dar algum refresco, quando ofereceu um minuto e meio além dos 15 previstos para que ela fizesse suas considerações finais.

Como Dilma, atarantada, não conseguiu respeitar o tempo que lhe coube, Bonner e Patrícia Poeta decretaram o fim da terceira entrevista do Jornal Nacional com candidatos a presidente. As duas primeiras foram com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

De longe, a entrevista com Dilma foi um desastre. Para ela. Não chamou Bonner e Patrícia de “meus queridos”, como costuma fazer quando se irrita com jornalistas que a acossam com perguntas incômodas. Mas chegou perto.

Passou arrogância. Exibiu uma de suas características marcantes – a de não juntar coisa com coisa, deixando raciocínios pelo meio. Foi interrompida mais de uma vez porque não conseguia parar de falar, e fugia de respostas diretas a perguntas.

Perguntaram-lhe sobre corrupção. Dilma respondeu o de sempre: nenhum governo combateu mais a corrupção do que o dela. Bonner perguntou o que ela achava de o PT tratar como heróis os condenados pelo mensalão. Foi o pior momento de Dilma (terá sido mesmo o pior?).

Dilma escondeu-se na resposta de que como presidente da República não poderia comentar decisões da Justiça. Ora, a resposta nada teve a ver com a pergunta. E Bonner insistiu com a pergunta. E Dilma, nervosa, valeu-se outra vez da mesma resposta. Pegou mal. Muito mal.

Quando foi provocada a examinar o estado geral da economia, perdeu-se falando de “índices antecedentes”. Provocada a dizer algo sobre o estado geral da saúde, limitou-se a defender o programa “Mais Médicos”.

Seguramente, nem em público, muito menos em particular, Dilma se viu confrontada de modo tão direto, seco e sem cerimônia como foi por Bonner e Patrícia. Jamais. Quem ousaria? Surpreendida, por pouco não se descontrolou.

Via Fernando Tupan

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha


Pesquisa feita pelo Datafolha para o jornal "Folha de S.Paulo" divulgada na edição desta segunda-feira (18) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida de Marina Silva (PSB), com 21%, e Aécio Neves (PSDB), com 20%.

É a primeira pesquisa que inclui um cenário em que a ex-senadora Marina Silva é o possível nome do PSB no lugar do ex-governador Eduardo Campos, que morreu na quarta-feira (13), em um acidente de avião. O PSB ainda não definiu se Marina será a candidata substituta, mas lideranças dão a escolha como certa.

No levantamento anterior do Datafolha, realizado nos dias 15 e 16 de julho e divulgado no dia 17,Dilma tinha 36%, Aécio, 20%, e Eduardo Campos, 8%.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam foi de 14% em julho e agora atingiu 9%. Brancos e nulos eram 13%; agora são 8%. O quarto colocado na pesquisa, pastor Everaldo (PSC), aparece com 3% das intenções de voto; no levantamento anterior, tinha os mesmos 3%.

A pesquisa mostra que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno: Dilma teria 36% contra 46% da soma dos demais candidatos. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 36% contra 36% dos demais, o que indicava uma incerteza sobre a necessidade de segundo turno.

O resultado da atual pesquisa mostra que, se for confirmada candidata do PSB no lugar de Campos, Marina começa a campanha em situação de empate técnico com Aécio Neves, numericamente à frente do tucano: 21% a 20%, dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Marina larga também em situação de empate técnico com Dilma na simulação de segundo turno: Marina com 47% e Dilma com 43%. O Datafolha não pesquisou um cenário entre Marina e Aécio. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista tem 47%, e o tucano, 39%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00386/2014.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

- Dilma Rousseff (PT): 36%
- Marina Silva (PSB): 21%
- Aécio Neves (PSDB): 20%
- Pastor Everaldo (PSC): 3%
- José Maria (PSTU): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- Luciana Genro (PSOL): 0%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
- Eymael (PSDC): 0%
- Levy Fidelix (PRTB): 0%
- Mauro Iasi (PCB): 0%
- Brancos/nulos/nenhum: 8%
- Não sabe: 9%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

- Marina Silva: 47%
- Dilma Rousseff: 43%

- Dilma Rousseff: 47%
- Aécio Neves: 39%

O Datafolha não realizou a simulação de uma disputa entre Aécio Neves e Marina Silva.

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Confira abaixo:

- Dilma Roussef: 34%
- Aécio Neves: 18%
- Pastor Everaldo: 17%
- Zé Maria: 16%
- Eymael e Levy Fidelix e Rui Costa: 13%
- Marina Silva, Luciana Genro e Mauro Iasi: 11%
- Eduardo Jorge: 10%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma tem a aprovação de 38% dos eleitores – no levantamento anterior, divulgado em 17 de julho, o índice era de 32%. O percentual de aprovação considera os entrevistados que avaliaram o governo como "bom" ou "ótimo". A pesquisa mostra ainda que o índice dos que desaprovam a gestão, ou seja, consideraram o governo "ruim" ou "péssimo", foi de 23% (era 29%). Dos ouvidos, 38% consideram o governo como "regular" (mesmo percentual anterior).

O resultado da pesquisa de avaliação do governo Dilma foi o seguinte:
- Ótimo/bom: 38%
- Regular: 38%
- Ruim/péssimo: 23%

Via G1

domingo, 13 de julho de 2014

Fim de festa! A Alemanha é tetra!

A copa do mundo premiou não só o melhor futebol, como também o melhor planejamento, organização e determinação.
A vitória foi merecida!
O povo brasileiro também merece os parabéns, pois foi o povo quem fez desta copa um sucesso.
A Alemanha merece todos os aplausos.
Quem não mereceu aplausos foi a Presidente do Brasil.
Na foto abaixo ela demonstra toda sua "simpatia" ao entregar a Copa do Mundo.
Parece que estava meio "emburrada"!
Mas, dentro em breve todos a verão sorrindo até para os "postes", durante a campanha eleitoral.
Essa não é a cara do Brasil!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A 1 mês da Copa, seleção pode ganhar, mas Brasil perdeu

Será a melhor das Copas, será a pior das Copas. Sobre o gramado, nas arquibancadas dos estádios e na tela da TV, o Mundial de 2014 tem tudo para ficar guardado na memória do torcedor como uma competição extraordinária. Com seleções fortíssimas, grandes craques e um ambiente único – afinal, acontecerá num país que é praticamente sinônimo de Copa –, esta poderá ser a edição mais interessante e emocionante desde que o torneio surgiu, em 1930. Do lado de fora das caríssimas arenas erguidas para o torneio, porém, a frustrante realidade do país-sede contrasta de maneira dramática com a qualidade do evento. Apesar da ofensiva do Planalto para vender o torneio como o catalisador de uma notável revolução na infraestrutura do país, a imagem da Copa do Mundo entre os brasileiros ainda é ruim. E no exterior não é muito melhor: se pretendia mostrar ao resto do mundo um país em rápida evolução, o governo fracassou, já que o noticiário ligado ao Mundial é assustadoramente negativo. A exatamente um mês do pontapé inicial, em 12 de junho, em São Paulo, no jogo Brasil x Croácia, a seleção está firme na briga pelo título, mas o Brasil, como nação, já perdeu a Copa. Antes mesmo de seu início, a festa está manchada pela decepção da população, que viu seus piores temores confirmados nas obras ligadas ao evento – gasto excessivo de verba pública, planejamento falho, prioridades equivocadas –, e pela propagação, mundo afora, dos mais incômodos clichês sobre o país: o banditismo, a bagunça, o improviso e a instabilidade.

As suspeitas em torno da capacidade brasileira de realizar uma Copa irretocável acompanham o país desde antes da vitória de sua candidatura a sede do torneio, em 2007. Ao longo do caminho, mesmo diante de sinais preocupantes, as autoridades brasileiras insistiam em garantir o sucesso absoluto da empreitada, prometendo aeroportos completamente remodelados, novíssimas opções de transporte público nas cidades-sede e obras viárias que transformariam a rotina das capitais – sem falar, é claro, nas modernas arenas erguidas para o torneio, que prometiam fazer o futebol brasileiro dar um enorme salto qualitativo. Anunciava-se também uma importante evolução no setor de serviços, com expansão significativa da rede hoteleira e qualificação profissional para centenas de milhares de trabalhadores. Na reta final dos preparativos, fica absolutamente claro que todas as melhorias ficaram muito aquém do que se propagandeava. Há mais hotéis, mas a carência de leitos em algumas das sedes persiste – além do fato de muitos projetos que ganharam financiamento público para a Copa jamais terem saído do papel, como a reforma do Hotel Glória pelas mãos de Eike Batista (depois de se beneficiar da linha de crédito do BNDES para a Copa, ele repassou a obra a um fundo suíço por 225 milhões de reais). Entre os funcionários do setor de serviços, as melhorias são incipientes – as iniciativas para incrementar sua capacitação foram tímidas demais. O domínio de um segundo idioma, por exemplo, ainda é menos frequente do que os visitantes estrangeiros esperam. 

Muito mais grave, contudo, é o descompasso entre o discurso oficial e o que se vive nas sedes da Copa. O governo federal tem veiculado mais uma campanha de promoção dos benefícios do evento – a cinco meses das eleições, o filme divulga números bastante questionáveis ao elencar os ganhos do país com o Mundial. A propaganda do Planalto não mostra, porém, os projetos que ficaram pelo caminho. Várias ações de mobilidade urbana previstas na Matriz de Responsabilidades da Copa foram canceladas, e só cinco das 45 intervenções mantidas no documento estavam prontas até o fim do primeiro trimestre. Várias sedes – desde Cuiabá, a menor delas, até São Paulo, a maior – correm contra o tempo para finalizar os projetos viários ao redor dos estádios (que, por sua vez, foram construídos com pouquíssimo investimento privado e ficaram muito mais caros do que se previa). De acordo com a última estimativa feita por VEJA, em março, a conta da Copa já estava nos 10 bilhões de reais. Os atrasos na construção e reforma dos estádios engrossaram as críticas aos brasileiros no exterior – inclusive através de queixas públicas dos chefões da Fifa – e deixaram uma impressão ruim nos investidores que pensam em apostar no país. Também motivou péssima repercussão internacional a série de acidentes fatais nos canteiros de obras do Mundial – foram nove os operários mortos nos novos estádios. O medo do vandalismo infiltrado nos protestos contra os gastos com a Copa estende a lista de preocupações dos estrangeiros com o país.

Alívio sem orgulho - Pode parecer difícil identificar onde exatamente as coisas saíram dos trilhos. Na raiz de quase todos os apuros do Brasil com a Copa, contudo, há sempre um mesmo elemento: o peso dos interesses políticos. A própria realização do evento no país, ideia de Ricardo Teixeira prontamente comprada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi uma tentativa de projetar um Brasil mais desenvolvido graças às ações do governo. Falava-se, na ocasião, numa Copa com todos os estádios bancados pela iniciativa privada, mas o desejo de entrar na festa levou governos de nada menos de nove Estados a assumir as despesas das novas arenas. A Fifa exigia apenas oito sedes, o que tornaria a Copa muito mais barata. O Brasil insistiu em doze, para contemplar o maior número possível de Estados. Da mesma forma, os cartolas da entidade propunham dividir o país em quatro regiões para facilitar os deslocamentos de turistas, delegações, dirigentes e jornalistas – o que reduziria o risco de problemas nos aeroportos, por exemplo. Para levar a seleção a mais de uma região e evitar ciúmes, os brasileiros rejeitaram a sugestão. Passados sete anos do anúncio do país como sede, resta esperar por um mês de competição sem grandes dissabores e sobressaltos. Encerrado o torneio, porém, o brasileiro terá, no melhor dos cenários, uma sensação de alívio, no caso de uma Copa segura e correta. O sentimento de orgulho pelas conquistas alcançadas graças ao torneio ou a satisfação com avanços capazes de melhorar nosso dia-a-dia parecem, agora, apenas ilusões.

Via Revista Veja

terça-feira, 8 de abril de 2014

Richa libera recursos para asfaltar ruas de 13 municípios

O governador Beto Richa assinou nesta terça-feira (8), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, autorização de licitação e homologação para obras de pavimentação e recape de ruas em Alto Paraná, Florestópolis, Céu Azul, Pranchita, Pato Branco, Borrazópolis, Sengés, Balsa Nova, Piên, Piraquara, Quatro Barras, Campo Magro e Mandirituba. Os documentos foram assinados, também, pelo secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, João Carlos Ortega, com a presença do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni e dos prefeitos. 

Os investimentos somam R$ 19,1 milhões, dos quais R$13,7 milhões com recursos do Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM) e R$ 2,24 milhões a fundo perdido pelo Plano de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (PAM). Além disso, será autorizada homologação de R$ 3,1 milhões para Quatro Barras pelo programa Pró Transporte/FGTS, convênio com a Caixa Econômica Federal, para reforma de escolas municipais e unidades de saúde. 

O governador ressaltou que desde o início da gestão, em 2011, o Estado já repassou aos municípios R$ 1,2 bilhão para investimentos em melhorias urbanas. Só em 2013, os investimentos chegaram a R$ 700 milhões, o dobro do inicialmente previsto. “Recebemos quase diariamente prefeitos para discutir investimentos para melhorar a vida dos paranaenses. São escolas, hospitais, unidades de saúde, reforço da segurança, apoio aos produtores rurais, entre outras ações”, afirmou Beto Richa. “Todos os prefeitos, de todos os partidos políticos, são atendidos da mesma forma pelo governo estadual”, disse ele.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Dilma ou Tiririca?

Uma pergunta que os institutos de pesquisa não fazem.
Se Dilma Rousseff fosse candidata a Presidente por outro partido que não o Pt você votaria nela?
Se o candidato do Ex Presidente Lula fosse o Tiririca você votaria nele?
Na minha opinião a maioria absoluta dos Petistas votaria no Tiririca e não em Dilma.
Eles votam no Partido e não nas pessoas.
Mas, fica a pergunta:
E então?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Dilma acerta com Mercadante ida do ministro para a Casa Civil

Em conversa neste fim de semana, a presidente Dilma Rousseff acertou com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a transferência dele para o lugar de Gleisi Hoffmann na Casa Civil.

As primeiras conversas aconteceram há algum tempo, mas agora ficou definida a transição. Diante da decisão de Dilma, Gleisi decidiu antecipar a volta das férias, que ocorreria na próxima segunda-feira (27), para esta sexta (24). O objetivo é iniciar o quanto antes a troca de comando na Casa Civil. A atual titular da pasta pretende se candidatar ao governo do Paraná nas eleições de outubro.

A Casa Civil já está colocando à disposição do novo ministro Mercadante uma sala para organizar a transferência para a Palácio do Planalto.

Neste momento, Mercadante está no Palácio da Alvorada com a presidente Dilma, que também recebe o ex-presidente Lula e o ex-ministro Franklin Martins. Ainda participa da reunião o chefe de gabinete da Presidência, Giles Azevedo. Esse é o grupo que faz reuniões quinzenais para discutir as eleições, palanques estaduais e o tom dos discursos da presidente.

A reforma ministerial deve substituir dez ministros que vão disputar a eleição. A transferência de Mercadante deixa vaga a cobiçada pasta da Educação, mas segundo petistas a presidente tende a levar para o cargo de ministro o atual secretário-executivo do ministério, Henrique Paim.

A informação de que Mercadante vai para a Casa Civil já havia sido comunicada ao PT.

Via G1

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Férias, festas, 2014...

Nesta época do ano muitos estão em férias, outros pensando apenas em festas e comemorações, mais uma ano que está se acabando, e assim por diante.
Mas, esse também é um bom momento para refletirmos, sobre tudo que passou em 2013 e o que nos espera para 2014.
Vamos falar de política:
Agora todos em férias com a cabeça aliviada, vamos avaliar o que foi feito de bom em nosso pais, em nosso estado, em nossa cidade, no nosso bairro e na nossa rua.
Será que os serviços públicos atenderam as nossas necessidades em 2013?
É um bom momento para se pensar.
Em 2014 terremos eleições para Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual, relembre em quem você votou e o que ele fez por sua cidade.
Ano que vem, os Deputados Estaduais principalmente, darão as caras novamente com promessas para conseguir o seu voto, é hora de dar o troco.
Aproveitemos tudo o que podemos e merecemos nas festas de final de ano, pois 2014 a "peleia" vai ser dura.
Mas como já dizia um gaúcho:
"Não tá morto quem peleia"!
E vamos a luta!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Dilma confirma que salário mínimo ficará entre R$ 722 e R$ 724

A presidente Dilma Rousseff confirmou, na manhã desta quarta-feira (18) que o novo salário mínimo, vigente a partir de 1º de janeiro de 2014, ficará entre R$ 722 e R$ 724, o que representaria uma alta de 6,5% a 6,78% sobre os R$ 678 atuais. "A regra da correção do salário mínimo depende do fechamento do PIB (Produto Interno Bruto) e da inflação, mas dá para sabermos que ficará entre R$ 722 e R$ 724. Se tivermos perto de R$ 724 arredondamos para cima, damos uma força", disse.

"O pessoal pode ficar satisfeito antecipadamente", completou a presidente, em entrevista para emissoras de rádio de Pernambuco. A presidente anunciou ainda que boa parte da desoneração da folha de pagamento, até então provisória, será "permanente". Dilma também revelou a autorização para a construção de um terceiro aeroporto privado no Estado de São Paulo.Em conversa com jornalistas na manhã, a presidente disse ser contra indexação de preços, classificada por ela de algo "extremamente perigoso", ao comentar pedido da Petrobras sobre reajuste automático da gasolina. Aproveitou ainda para alfinetar a proposta tucana de reestatizar a empresa de petróleo, ao dizer que "isso não é sério".

A presidente pautou grande parte da conversa, de tema livre, a assuntos econômicos. Não quis fazer previsões sobre o PIB de 2014, mas disse que o deste ano deverá ficar em 2% "ou um pouco mais". "Isso eu posso garantir", reforçou.
Dilma disse que a inflação deverá ficar abaixo da registrada no ano passado -5,84% em 2012, segundo o IBGE. Mas insistiu que não faria previsões definitivas.

Ela revelou ainda que fará sua reforma ministerial entre o final de janeiro e o início de março. "Até o Carnaval vou concluir a reforma", disse. Aproveitou para reiterar "pela vigésima vez" que o ministro Guido Mantega (Fazenda) "está perfeitamente no lugar onde está", afastando a possibilidade de troca no comando da equipe econômica.

Ela rebateu ainda as críticas de que seu governo é exageradamente otimista e intervencionista. "É absolutamente imperdoável um governo pessimista", afirmou ela. No setor aeroportuário, a presidente revelou ainda que será criada a Infraero Serviços, para fazer uma sociedade com um grande operador de aeroportos e modernizar os que continuarão sob o controle do governo federal. No caso do terceiro aeroporto privado, em São Paulo, ele pode ficar no município de Caieiras, na região metropolitana da capital paulista.

Via Gazeta do Povo

domingo, 24 de novembro de 2013

Collor para Presidente

Quem sabe?
Com as opções que temos atualmente, até mesmo Fernando Collor de Mello poderia ser candidato.
Li uma "bobagem" em um blog, dizendo que cresce o clamor pelo impeachment do Ministro Joaquim Barbosa, seria realmente o fim.
Fernando Collor, renunciou a presidência e hoje é Senador da República.
Joaquim Barbosa fez algo inédito, mandar políticos para a cadeia.
Collor não foi para a cadeia.
Lula não sabia de nada e Dilma...
Aécio, Marina, Eduardo Campos, quem mais?
Fernando Collor, seguindo o lema do Tiririca.
Pior do que tá não fica!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

IBOPE VÊ DILMA VENCENDO EM 1º TURNO E CONFIANÇA MAIOR

Num momento político delicado, em razão das prisões em regime fechado de ex-dirigentes do PT, pesquisa Ibope/Estadão relaxa os nervos no campo governista; presidente Dilma Rousseff apresenta evolução em taxas de aprovação de governo e confiança junto à população; frente aos adversários, mantém intenções para vencer em primeiro turno; no cenário com Marina Silva como candidata do PSB, Dilma marcou 42%, contra 16% para a ex-ministra e 13% para o tucano Aécio Neves; governador Eduardo Campos teria 7% das intenções; fusão entre socialistas e o Rede ainda não se refletiu em mais força no eleitorado; Dilma renova fôlego.


A presidente Dilma Rousseff encontrou ar fresco em meio ao ambiente político poluído pelas prisões dos ex-dirigentes petistas José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares em regime fechado. Pesquisa Estadão/Ibope divulgada na tarde desta segunda-feira 18 mostrou que Dilma, em qualquer cenário, estaria reeleita em primeiro turno como presidente da República.

No quadro com Marina Silva como candidata do PSB, o levantamento realizado entre os dias 7 e 11 de novembro, em 142 municípios brasileiros, apontou 42% de intenções de voto para a presidente, 16% para a ex-ministra do Meio Ambiente e 13% para o senador Aécio Neves, presidente do PSDB. Com o governador Eduardo Campos, de Pernambuco, no lugar de Marina, Dilma marcou 43% e Aécio, 14%, com Campos ficando com 7%.

A popularidade da gestão presidencial e a confiança em Dilma também subiram, segundo a pesquisa. Em relação à pesquisa anterior, a aprovação da gestão subiu de 53% para 55%, enquanto a confiança na presidente teve sua taxa aumentada de 49% para 51%.

Para os socialistas, no entanto, a pesquisa não traz boas novas. As intenções de voto de Marina e Campos caíram em relação ao último levantamento, feito quando a entrada dos dirigentes do Rede no PSB ainda não havia sido anunciada. Com 21% antes, a ex-ministra marcou agora 16%. O governador pernambucano saiu de 10% para 7% de intenções. Talvez os números mostrem que, quanto antes escolherem qual será, afinal, seu candidato, melhor para o PSB.

Via Brasil247

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Rui Falcão está matematicamente reeleito presidente do PT

O presidente do PT e deputado estadual de São Paulo, Rui Falcão, está matematicamente eleito para mais um mandato à frente do partido. O resultado será anunciado formalmente na tarde desta terça-feira (12), em São Paulo.

Falcão deve terminar a eleição interna do partido com cerca de 70% dos votos. Ele teve apoio da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que nomeou o diretor do Instituto Lula, Luiz Dulci, como um dos coordenadores da campanha de Falcão. Com a confirmação da reeleição, Rui Falcão deve coordenar a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Um exemplo a ser seguido...

Prefeito diz ser incapaz de exercer a função e renuncia

O prefeito Lorimar Luis Gaio (PV), de São Jorge D’Oeste, no Sudoeste do Paraná, renunciou ao cargo na tarde desta terça-feira (5). O pedido de renúncia foi encaminhado ao presidente da Câmara de Vereadores Osmar Marmitt. A decisão pegou os aliados de surpresa. Na carta, Gaio afirma ter trabalhado dia e noite pelo município e sempre desejou ver a cidade livre de corrupção e injustiças. “Mas, me sinto incapaz de exercer tal função”, escreveu. Este era o primeiro mandato de Gaio como prefeito.

No documento ele disse ainda que deixa o cargo com a “consciência tranquila” e que não se envergonha da sua curta administração. Ele afirmou que pretende retornar a profissão de agricultor e que pretende auxiliar o município de outras formas. “Retorno a minha vida simples de agricultor, profissão que eu muito amo, acreditando ainda que posso, de outras maneiras, como cidadão de bem, contribuir para um município melhor”, afirmou. Gaio também agradeceu aos eleitores que depositaram a confiança nele. “Despeço-me de todos com a certeza do dever cumprido, pois trabalhei e dediquei-me pelo bem do povo de São Jorge D´Oeste”, declarou.

O secretário de Educação, Jovandir Pessaro, contou que a renúncia do prefeito foi “uma surpresa geral”. Ele lembrou que na sexta-feira (1º) Gaio estava animado e discutindo a programação de aniversário da cidade, comemorado no dia 23 de novembro. “O município está chocado, as pessoas estão tristes”, afirmou.

O vice-prefeito Gilmar Paixão (PT) deve assumir o cargo. A renúncia deve ser lida em uma sessão da Câmara. A próxima reunião dos vereadores acontece na segunda-feira (11), mas é possível que seja convocada uma sessão extraordinária.

Via Gazeta do Povo