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segunda-feira, 23 de março de 2015

Gleisi pode ter intermediado milhões do Petrolão para financiar campanha do petista Professor Lemos em Cascavel

Nova denúncia que está sendo investigada pelo Ministério Público para vir a público dá uma dimensão ainda mais grave para a ousadia do esquema do Petrolão e do envolvimento da senadora petista Gleisi Hoffmann. Em 2012 os operadores do Petrolão no Paraná, seguindo o comando da senadora Gleisi e usando como fachada um deputado estadual, o petista Professor Lemos, conhecido como o “Professor Aloprado” (foi responsável por uma violenta invasão da Assembleia Legislativa no mês passado). A movimentação financeira de recursos da Petrobras foi para tentar ganhar a prefeitura de Cascavel em 2012.

Para o PT, o caráter essencial da conquista de Cascavel estava ligado ao projeto eleitoral da própria Gleisi que disputou o governo do Paraná em 2014 para essa estratégia funcionar era preciso montar bases fortes do PT nos principais municípios. Em todas as cidades em que o partido possuía candidatos considerados viáveis foi feito um derrame de dinheiro. Apesar desse abuso de poder econômico, a estratégia não funcionou e o PT não ganhou em municípios importantes em 2012 e perdeu prefeituras grandes cidades que controlava no Paraná. Em Cascavel os tentáculos do Petrolão ficaram evidentes. O candidato Professor Lemos arrecadou, oficialmente, R$ 1.735.380,00 para a campanha. Desse montante, R$ 1.348.492,00 foi arrecadado pelo PT na Construtora OAS e na UTC Engenharia.

Ou seja, 78% do total arrecadado pelo petista Lemos veio de empresas diretamente envolvidas nos desvios da Petrobras, investigadas pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Lemos gastou na campanha R$ 254.324,10 além do que arrecadou e a despesa foi repassada pelo PT. Também ocorreu o pagamento de despesas fora do prazo legal. A prestação de contas do Professor Aloprado foi reprovada, em segunda instância, pelo TRE/PR, por cinco votos a um. O caso do petista Professor Lemos deve abrir uma nova linha de investigação na Operação Lava Jato. Uma investigação minuciosa sobre as doações de campanha das empreiteiras envolvidas no Petrolão nas campanhas do PT pelas prefeituras em 2012.

Além de intermediar doações do esquema do Petrolão para Cascavel, Gleisi, que a época era ministra chefe da Casa Civil, se envolveu pessoalmente na campanha do petista. Fez um grande número de visitas a cidade para participar da campanha de Lemos sempre usando jatinhos da FAB. “Já tinha combinado com o Professor Lemos que viria a Cascavel. É um dos primeiros municípios que visito devido ao comprometimento político com a campanha do Professor Lemos e também com a população dessa região. Acho importante estar aqui conversando com população falando dos projetos e da importância do professor como prefeito da cidade”, afirmou Gleisi em entrevista durante uma dessas visitas de campanha.

Uma curiosa coincidência chamou a atenção dos investigadores do Ministério Público que estão cruzando os dados da campanha do Professor Lemos e sua conexão com Gleisi Hoffmann. Os grandes doadores das campanhas da senadora são os mesmos que garantiram a fartura de recursos da campanha do deputado estadual para a campanha de Cascavel. Em 2010, em sua campanha para o Senado, Gleisi levou R$ 780 mil da OAS e R$ 250 mil da UTC. Na campanha de 2014, em que ficou em terceiro lugar na disputa pelo governo do Paraná, Gleisi recebeu R$ 950 mil da UTC. Essas são doações oficiais, o montante real pode ser muito maior. Os delatores do Petrolão Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef contaram ao Ministério Público que, em 2010, Gleisi recebeu R$ 1 milhão em dinheiro vivo. Recursos desviados da Petrobras. Os indícios de caixa 2 na campanha do Professor Lemos também estão sendo investigados.

via blog do Tupan

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Finalizando o tema eleição presidencial.


Como já é do conhecimento de todos fui contra a reeleição de Dilma.
Dilma venceu!
E daí?
Eu não perdi e nem ganhei nada com isso.
Só quero esclarecer alguns pontos:
- Não sou contra o Bolsa Família!
Por mim se quiserem dar Bolsa Família para 100 milhões de pessoas que dêem.
- Corrupção, Petrolão, Mensalão e etc...
Não quero mais saber, roubem o quanto puderem
- Não tenho nada contra o Nordeste e os Nordestinos.
Eu não dependo deles para nada e nem eles dependem de mim.
Não importa quem é o(a) Presidente(a) o mais importante "deveria" ser o Brasil.
Se querem distribuir renda, distribuam.
Se quiserem roubar, roubem.
Se querem fazer assistencialismo, façam.
Não me importo com nada disso, mas PELO AMOR DE DEUS olhem o Brasil como um todo e não por classe social, estado, religião ou outra coisa qualquer.
A Reforma Agrária é urgente.
As Rodovias Federais pedem SOCORRO.
Os Portos precisam de modernização.
Não precisamos apenas de MAIS MÉDICOS, precisamos de atendimento de qualidade, de mais hospitais e salários dignos aos Servidores Públicos.
A Reforma Política é necessária.
Chega de Partidos de ALUGUEL.
Saneamento Básico, água tratada milhões de pessoas precisam disso.
Os profissionais da educação precisam de valorização e capacitação.
Um país não se desenvolve baseado apenas em Programas Sociais.
Ajudem, distribuam, roubem, mas façam o que precisa ser feito.
Fui contra Dilma e o PT, não contra o Brasil.
Eu como todos os brasileiros quero um país melhor.
Melhor para todos não apenas para um Partido Político.
Agora só resta aguardar por dias melhores!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A última cartada!

O debate de amanhã na Rede Globo será a última cartada de Aécio Neves em busca da vitória.
Para virar o jogo, que no momento lhe é desfavorável, Aécio vai precisar "engolir" Dilma no debate.
Infelizmente, tudo se encaminha para mais uma vitória do PT.
Não tenho problema nenhum em admitir isso.
O "Projeto de Poder" do PT caminha para se consolidar rumo aos 24 anos de domínio.
Na verdade uma parte da população não quer nem saber de escândalos, Petrobras, Mensalão, dinheiro na cueca, corrupção e etc...
Como marionetes hipnotizados pelo LULO-FANATISMO, as pessoas acham tudo uma maravilha.
Uma parte desses que criticam o Governo FHC e falam asneiras nas redes sociais não tem idéia de como era o Brasil nos governos de Sarney e Collor, na era pré FHC.
Dilma "provavelmente" será reeleita mesmo tendo o pior índice de crescimento no Brasil desde 1990.
Falta qualidade na educação!
Falta qualidade na saúde!
Falta qualidade no transporte público!
Falta qualidade na segurança pública!
Falta qualidade nos serviços públicos!
Mas, principalmente:
Falta qualidade a quem Governa o Brasil!
Hipócritas!
Sim, hipócritas!
Esses que falam em burguesia, elite dominante, governo para banqueiros, proletariado, latifúndio, transformações cinematográficas que só eles enxergam, são hipócritas.
Será que alguém "desses" sobrevive com um salário de R$ 658,84.
Sim, é esse o valor real do salário mínimo descontando-se o INSS.
Alguém acha que uma família com mais de DUAS pessoas sobrevive com este salário?
Claro que não!
Por isso existe.... o BOLSA FAMÍLIA!
Este programa só existe porque as pessoas estão desempregadas ou estão empregadas em "subempregos" onde a renda não é suficiente para o sustento da família.
Independente de qualquer coisa, votem no PT mesmo!
Dane-se o resto!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Não precisamos de mais leis, precisamos é de mais decência.

Por Reynaldo BH
O PT está há doze anos no poder. E neste tempo todo, NUNCA propôs uma ação contra FHC e os governos anteriores.

Se tinha razão para propor, e não fez, traiu o povo. Era obrigação ir à Justiça. Ou não conseguiram nada?

Alguém duvida da resposta?

A ferocidade de hienas do PT, que transforma opositores em inimigos, nunca deixaria de agir assim. E, republicanamente, seria correto. Mas, sem ter o que provar, prefere a mentira, falsificações e ameaças. Típicas de protoditadores que se julgam poderosos.

Durante ANOS o PT deu abrigo a reconhecidos corruptos.

Quem – um dia, mesmo distante – poderia imaginar que o PT se renderia a Maluf? Quando os petistas históricos admitiriam que o partido fosse aliado fiel (e defensor) de Collor e Sarney? Não são acusações. São fatos!

Quem poderia imaginar, no nascimento do PT, que os principais líderes do partido seriam um dia condenados e presos por corrupção?

A saída empregada pelos milicianos? Entoar hinos enaltecendo BANDIDOS como sendo heróis do povo brasileiro. Por favor, sempre me incluam fora desta…

Agora, em plena campanha presidencial indicando que seu projeto de poder está prestes a acabar, Dilma propõe novas regras (leis) de combate à corrupção. Que seria muito menor se em cada dez escândalos de roubos, o PT não estivesse nos dez!

Teve 12 anos para não tergiversar com os malfeitos, para usar dilmês castiço. E somente agora resolve propor o que já existe.

Não há necessidade de novas leis. Chega de leis.

Que haja punição.

Decência.

Menos corrupção.

Maior participação JUSTA E LIMPA das forças produtivas que não se vendem às aberrações lulopetistas.

Empresas existem para gerar renda, emprego e crescimento. São, sim, CULPADAS quando usam de atalhos para conseguir lucros. Seja pagando 10 bilhões (inacreditável!) para uma corja de bandidos na Petrobras ou financiando viagens internacionais de um ex-presidente que não se dá ao respeito, em jatinhos intercontinentais.

Agora é tarde, Dilma. A gerenta passou de espectadora dos espetáculos dantescos ao centro do palco.

Não se conhece caso, no mundo, de raposas ditando leis que protejam o galinheiro. Não faz sentido.

Em nome do Estado de Direito – e dos operadores do Direito – pedimos menos leis. Basta as que temos. O que é preciso é menos bandidos. E que nunca mais sejam chamados de heróis, em uma intensa ofensa aos brasileiros decentes. Que Paulinhos da vida, tão carinhosamente recebidos pelo PT e por Lula, sejam condenados.

Dilma nisso pode contribuir. Mesmo a contragosto. No próximo dia 26, o Brasil não promulgará mais uma lei de faz-de-conta. Preferimos a execução – democrática – como pena maior dos crimes cometidos. A melhor ação – em substituição a qualquer lei que venha a ser proposta como promessa (???) de campanha – é a deposição pelas urnas de quem usou, abusou e roubou deste país.

Prometer combate a corrupção não é virtude. É obrigação! A ironia é que quem promete, patrocina ou consente com a corrupção.

Não precisamos de mais leis. Precisamos é de mais decência!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Beirando o ridículo!

“Aviador, aviador. Aécio fez aeroporto só pra ele, meu senhor. Gastou milhões do dinheiro do mineiro, do povo brasileiro, pra caçar e pescar.Vai de avião, tem a chave do portão, se diverte pra chuchu com o dinheiro do povão”, diz a letra do spot de rádio.
Isso é uma parte da letra da música no programa eleitoral do PT.
Fala sério!
Faltam adjetivos para qualificar essa "canção".
Vale lembrar que essa história já está mais do que esclarecida, tanto que o Procurador Geral da República arquivou a denúncia(do PT), pois não há indícios de irregularidades.
Segundo informações da assessoria do candidato Aécio, ele não dará o troco lançando músicas sobre as "barbáries" do Governo Petista.
O custo seria muito alto!
Segundo levantamento daria para lançar um "CD DUPLO".

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Opinião!

Eu não me aguento!
Olho as redes sociais e agora vejo enxurradas de coisas sobre o Governo FHC.
Segundo os Petistas, foi uma desgraça total e o PT salvou a Pátria.
O pior é que alguns que agora falam do FHC, na época ainda usavam fraldas.
O PT e o Lula só são o que são hoje graças ao Governo de FHC.
É díficil, eu sei, mas reconheçam!
Só para relembrar os mais novos, antes de FHC, tivemos no Brasil o Cruzeiro, o cruzeiro novo, o cruzado, o cruzado novo, congelamento de preços, confisco de poupança, inflação de 80% ao mês, impeachment, renúncia do Presidente, dentre outras "mazelas".
Ainda na linha das lembranças, Lula e o PT foram contra o Plano Real.
Tudo o que Lula, Dilma e os seus pares hoje se vangloriam de terem feito foi graças a terem assumido um país onde finalmente um plano econômico tinha alinhado a economia e a inflação.
O engraçado nisso tudo é que o Brasil não prestava na era pré-PT, mas os Ex Presidentes José Sarney e Fernando Collor de Mello são aliados do atual Governo.
Para governar eles eram ruins, mas como aliados eles deixaram de ser ruins.
Agora vão tentar denegrir a imagem de Aécio de todas as formas, como é costumeiro deste partido.
A grande maioria daqueles que falam em "burguesia", "privatização", "elite", e outras tantas bobagens, não sabem nem do que estão falando.
O Brasil não é uma Monarquia.
Lula não é Rei.
Nem Aécio, nem Dilma, nem Lula, ninguém vai acabar com a corrupção no Brasil, pois não apenas os políticos são corruptos.
A corrupção já envolve uma boa parcela da sociedade independente de partidos políticos.
Lula, Dilma e o PT já deram a sua contribuição.
Agora é hora de um novo ciclo.
#mudaBrasil

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Voltando as origens!

O PT está voltando as origens.
Já se foi o tempo do Lulinha Paz e Amor!
Agora não bastasse os ataques corriqueiros ao tucano Aécio Neves, estão fazendo terrorismo contra Marina Silva.
O PT  volta a ser PT!
O medo de perder o poder e ver interrompido o seu projeto de controle absoluto do estado, fez com que o partido retornasse às suas raízes.
As ofensas, os ataques e o terrorismo agora fazem parte do horário eleitoral do partido.
Para completar o líder do MST  João Pedro Stédile fez ameaças claras caso Marina vença a eleição.
Marina só prestavva quando fazia parte do time.
Agora não presta mais.
O PSDB de Aécio é o mal do Brasil.
Brasil este que pelos discursos petistas só passou a existir após Lula e Dilma.
Aliás, Lula é candidato? A qual cargo?
O ex Presidente está nos outdoor, nas placas, nos horários eleitorais, está em todas.
Até parece que ele é o candidato.
Coloquem seus coletes balísticos.
A guerra começou!

Dilma pede licença para matar. Ou: Petista promete mais quatro anos iguais aos últimos quatro se reeleita! Ou: Destruir para conquistar; conquistar para destruir

Por Reinaldo Azevedo
A presidente-candidata Dilma Rousseff não quer saber de “coitadinhos” disputando a Presidência da República. Deixou isso muito claro numa entrevista coletiva concedida ontem, no Palácio da Alvorada, enquanto mordomos invisíveis, pagos por nós, administravam-lhe a casa. A rigor, vamos ser claros, a presidente nunca acreditou nem em “coitados” nem na inocência. Ou não teria pertencido a três organizações terroristas que mataram… inocentes! A propósito, antes que chiem os idiotas: isso que escrevo é
a: ( ) verdade;
b: ( ) mentira.

Quem decidir marcar a alternativa “b” já pode se despedir do texto porque não é só um desinformado; é também um idiota — e não há razão para perder o seu tempo com este blog. Para registro: ela cerrou fileiras com o Polop, Colina e VAR-Palmares. Sigamos.

Na quinta-feira passada, informou a Folha, ao se referir aos ataques que vem recebendo do PT, Marina Silva, candidata do PSB à Presidência, chorou. Os petistas não abrem mão de desconstruir a imagem da ex-senadora e de triturar a adversária, mas temem que ela se transforme numa vítima e acabe granjeando simpatias. Na entrevista deste domingo, Dilma tratou, ainda que de modo oblíquo, tanto da campanha negativa que o PT vem promovendo contra a peessebista como das lágrimas da adversária. Afirmou:

“A vida como presidente da República é aguentar crítica sistematicamente e aguentar pressão. Duas coisas que acontecem com quem é presidente da República: pressão e crítica. Quem levar para campo pessoal não vai ser uma boa presidente porque não segura uma crítica. Tem de segurar a crítica, sim. O twitter é o de menos. O problema são pressões de outra envergadura que aparecem e que, se você não tem coluna vertebral, você não segura. Não tem coitadinho na Presidência. Quem vai para a Presidência não é coitadinho porque, se se sente coitadinho, não pode chegar lá”.

Entenderam? Dilma está dizendo que a brutalidade é mesmo da natureza do jogo, avaliação que, em larga medida, remete a personagem de agora àquela militante do passado, quando grupos terroristas se organizaram contra a ditadura militar. Ou por outra: não havia, de fato, “coitadinhos” naquele embate. Eu sempre soube disso — e já o afirmava mesmo quando na esquerda. É por isso que a indústria de reparações — exceção feita aos casos em que pessoas já rendidas foram torturadas ou mortas pelo Estado — é uma vigarice intelectual, política e moral.

Dilma, obviamente, sabe que o PT faz campanha suja ao associar a independência do Banco Central à falta de comida na mesa dos brasileiros. Dilma sabe que se trata de uma mentira escandalosa a afirmação de que o programa de Marina tiraria R$ 1,3 trilhão da educação. Em primeiro lugar, porque não se pode tirar o que não existe; em segundo, porque Marina, se eleita, não conseguiria pôr fim à exploração do pré-sal ainda que quisesse.

E que se note: a presidente-candidata, que não apresentou ainda um programa final, deixou claro que considera desnecessário fazê-lo e, a levar a sério o que disse, aguardem mais quatro anos do mesmo caso ela vença a disputa. Leiam o que disse:

“O meu programa tem quatro anos que está nas ruas. Mais do que nas ruas, está sendo feito. Hoje estou aqui prestando contas de uma parte do meu programa. Eu não preciso dizer que vou fazer o Ciência sem Fronteiras 2.0, a segunda versão. Eu não preciso assumir a promessa, porque fiz o primeiro. A mim tem todo um vasto território para me criticar. Tudo o que eu fiz no governo está aí para ser criticado todo o santo dia, como, aliás, é. Todas as minhas propostas estão muito claras e muito manifestas”.

A presidente, sem dúvida, pôs os pingos nos is. Se ela ganhar mais quatro anos, teremos um futuro governo igualzinho a esse que aí está. Afinal, segundo diz, o seu programa já está nas ruas, já está sendo feito. O recado parece claro: nada vai mudar.

Dilma voltou a falar sobre a independência do Banco Central, fazendo a distinção entre “autonomia” — que haveria hoje (na verdade, não há) e “independência”, conforme defende Marina. Segundo a petista, a proposta de Marina criaria um Poder acima dos demais.

Vamos lá: discordar sobre a natureza do Banco Central é, de fato, próprio da política. E seria muito bom que o país fizesse um debate maduro a respeito. Mas, obviamente, não é isso o que faz o PT. Ao contrário: o partido aposta no terror e no obscurantismo. Pretende mobilizar o voto do medo e da ignorância. Quanto ao pré-sal, destaque-se igualmente: seria positivo se candidatos à Presidência levassem adiante um confronto de ideias sobre matrizes energéticas. Mas quê… De novo, os petistas investem apenas no benefício que lhes pode render a ignorância.

Dilma segue sendo, essencialmente, a mesma, agora numa nova moldura: “o mundo não é para coitados, não é para os fracos”. E, para demonstrar força, se preciso, servem a mentira e o terror. Hoje como antes. O PT também segue sendo o mesmo: quando estava na oposição, transformava o governo de turno na sede de todos os males e de todos os equívocos. No poder há 12 anos, agora o mal verdadeiro está com a oposição. Seu lema poderia ser “Destruir para conquistar; conquistar para destruir”.

Dilma pede licença para matar. Nem que seja uma reputação.

Via Veja

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Estou pronto, diz Rosinha ao PT

O deputado Dr. Rosinha (PT) já adiantou ao partido que está pronto para qualquer missão que lhe for delegada, até a eventual substituição da senadora Gleisi Hoffmann na chapa majoritária petista. Rosinha, entre os seus, já disse que “topa a parada” e que o partido se omite em não colocar as bandeiras históricas do PT – como as reformas agrária e urbana – na pauta da campanha. “Com Rosinha, volta a estrela e o vermelho de sempre”, diz um petista ligado a Democracia Socialista, tendência à qual o deputado pertence. “Com certeza, podemos fazer mais de 30% dos votos”, acrescenta.

Via boca maldita

terça-feira, 19 de agosto de 2014

“Eleitores” usados em campanha de Gleisi na verdade são modelos. E de outros países


Do Rogério Galindo

Esses dois homens nas fotos acima votam em Gleisi declaradamente, certo? Eles fazem parte de uma série de imagens que a candidata do PT ao governo do estado vem divulgando na internet. A campanha da petista põe a cada vez a imagem de um profissional de uma área e divulga que ele (ou ela) vota em Gleisi.

Curiosamente, porém, esses dois homens das fotos acima aparecem também fazendo propaganda de uma empresa de serviços na Califórnia, como pode-se ver logo abaixo.
Não quer dizer exatamente que os funcionários da Creative Solutions tenham aderido a uma campanha política no Paraná. Assim como as fotos abaixo não mostram que um dentista do Arizona (num texto sobre “como identificar o dentista com melhor reputação do Arizona”) tenha decidido votar 13 nas eleições paranaenses.

É que a campanha de Gleisi tem usado fotos de bancos de imagens na sua série de profissionais. Ou seja: as pessoas que aparecem dizendo que votam em Gleisi não são eleitores no Paraná. São modelos que uma agência fotografou para ficarem à disposição de quem quiser comprar a foto para qualquer finalidade: inclusive política.

Não é ilegal, claro. Mas não deixa de ser curioso que os “eleitores” de Gleisi sejam na verdade modelos norte-americanos. Abaixo seguem mais um exemplo mostrando que os “servidores públicos” de Gleisi também fazem propaganda de uma empresa de Canoas, no Rio Grande do Sul.

É bem a cara do PT!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A morte de Eduardo Campos. Certezas e Incertezas!

Certamente após o falecimento do candidato Eduardo Campos, algumas teorias da conspiração irão surgir.
Mas, já podemos ter algumas certezas:
- Não foi um foguete do HAMAS que derrubou o avião!
- Não foi um míssil de Israel!
- Não foi um míssil dos separatistas Russos!
- Não foi sabotagem do PT que derrubou o avião!
Não sei qual o nome correto, se foi uma fatalidade ou se foi o destino, ou então, os dois.
Mas aconteceu!
Não era o meu candidato, portanto não serei demagogo como muitos políticos que poucos dias atrás o criticavam e agora rasgam elogios.
As incertezas são quanto ao seu substituto(a), pois a coligação tem 10 dias para indicar outro nome.
Caso esse nome seja o de Marina Silva, até então candidata a vice presidente, o cenário político provavelmente sofrerá grandes mudanças.
A entrada de Marina como candidata na corrida presidencial, poderá levar a disputa para segundo turno, com sérios riscos a atual Presidente.
Eduardo Campos foi um bom político, de família tradicional na política, desenvolveu um bom trabalho como Governador de Pernambuco e deixou sua marca na história.
O "destino" de todos já está traçado quando nascemos e a sua trajetória chegou ao fim


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Coordenador da campanha de Gleisi, André Vargas ajudou doleiro Alberto Youssef a lavar R$ 2,4 milhões.

Em baixa nas pesquisas eleitorais, mas à frente de uma campanha que esbanja dinheiro e infesta as cidades do Paraná com cavaletes com imagens suas,Gleisi Hoffmann (PT), a senadora censora, tem mais um “abacaxi” para descascar. A contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Bonfim da Silva Poza, revelou à revista Veja que o deputado federal André Vargas (ex PT), coordenador da campanha de Gleisi ao governo do Paraná, ajudou o doleiro a lavar R$ 2,4 milhões por meio de uma empresa do Paraná.

A contadora disse que a viagem de férias de Vargas com a família ao Nordeste, em jatinho fretado pelo doleiro, foi uma retribuição desse favor. Vargas e Youssef também estariam associados no Labogen, laboratório-lavanderia criado especialmente para lesar o Ministério da Saúde. Caberia a Vargas “abrir portas” no governo. Na época em que o Labogen começou a operar pesado com o governo, Gleisi ocupava a estratégica chefia da Casa Civil, que tem por função coordenar as ações dos demais ministérios.

A situação de André Vargas e de Gleisi pode complicar, pois o doleiro, réu em uma dúzia processos e que corre o risco de pegar mais de 100 anos de prisão, está desesperado. Youssef se vê sem saída e pode optar, de acordo com reportagem do jornal “Folha de S. Paulo”, por uma delação premiada, na qual entregaria seus cúmplices para obter eventual redução de pena. O esquema de Alberto Youssef teria movimentado R$ 10 bilhões em quatro anos, tinha ramificações na Petrobras e no Ministério da Saúde e em diversos partidos, em especial o PT.

Contundo, conforme noticiou o ucho.info na edição desta segunda-feira (11), o volume de dinheiro movimentado pode ter se igualado – ou até superado – o montante do escândalo do Banestado, que também flagrou Youssef operando na seara da ilegalidade e do crime.

André Vargas não é o primeiro auxiliar direto de Gleisi Hoffmann com a vida complicada. O caso mais notório é o do pedófilo Eduardo Gaievski, ex-prefeito de Realeza, que a petista levou para ser seu assessor especial na Casa Civil, encarregando-o de cuidar das políticas do governo federal para crianças e adolescentes. Gaievski foi preso pela prática de 28 estupros contra menores, 14 deles cometidos contra vulneráveis (menores de 14 anos). Preso desde agosto de 2013 na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, Sudoeste do Paraná, Gaievski está prestes a receber uma sentença que pode ultrapassar com largueza a marca de 100 anos de prisão. Gaievski era cotado para ser o vice ou chefe da Casa Civil em eventual governo Gleisi.

Os enrolados aliados da petista foram temas de uma das famosas ironias do senador Roberto Requião, que disputa o governo do Paraná pelo PMDB e não perde oportunidade de fustigar a adversária: “O PT está baleado, está com uma asa chumbada, um tiro de 12 de chumbo fino. O Gaiveski, que era o principal organizador e vice-governador da Gleisi, está na cadeia, e o André Vargas ainda não está na cadeia! Mas todo mundo conhece o tipo de política do André e do PT”.

Via Fernando Tupan

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O PT quer se livrar do povo e substitui-lo pela militância organizada

O tema ainda é o Decreto 8.243. Nunca é demais falar nisso, até a coisa ser definitivamente enterrada pelo Congresso. Em sua coluna de hoje na Folha, Reinaldo Azevedo afirma que o projeto do PT é justamente se livrar do povo, substitui-lo pelos militantes organizados, e deposita em Gilberto Carvalho o papel de articulador da estratégia:

O PT está se organizando para se livrar do eleitor, do Congresso e do capital, e Carvalho lidera a batalha. Na quarta, ele voltou a defender o decreto presidencial 8.243, que disciplina a participação dos “movimentos sociais” na administração federal. Os deputados tendem a derrubá-lo. Afirmou o ministro: “Se a Câmara e o Senado tiverem bela inteligência política, não se colocarão na contracorrente de uma exigência da sociedade. Há uma disposição de enfrentar essa guerra. Não retiraremos o decreto, vamos até o fim. Se houver derrota, quem pagará o preço são aqueles que se colocam contra essa participação”.

Quem, pretendendo negociar, fala em “guerra”, luta “até o fim” e “preço a pagar”? Isso revela a importância que assumiu esse instrumento na estratégia petista. Observem que Carvalho ameaça os parlamentares com a cólera do povo. Povo??? O chefão do PT fez essa declaração durante a assembleia de eleição de representantes da sociedade civil no Conselho Nacional da Juventude. Você sabia da existência dessa eleição? Quem, exceto a militância, estava atento a esse calendário? Onde estão os fóruns de debates?

[...]

Carvalho e o PT querem se livrar do povo e do Congresso, submetendo as decisões do governo federal, pouco importa quem esteja no poder, a milícias ideológicas, que são controladas, na maioria, pelo partido. O decreto da presidente Dilma –e boa parte dos colegas da imprensa insiste em ignorar seu conteúdo– chega a criar o embrião de uma Justiça paralela. É fato. Está lá. Basta ler o troço.

O autor lembra, ainda, que o PT, partido que mais recebe verbas das empreiteiras, quer também se livrar da dependência do capital, instituindo o financiamento público de campanha. Ter que negociar o “toma-lá-dá-cá” dá muito trabalho, impõe concessões, algo que um partido com viés totalitário não admite. O PT tentou comprar o Congresso com o mensalão justamente por isso, e agora pretende adotar um canal direto com o capital alheio, que seria obrigado a financiar suas campanhas.

O papel de Carvalho é tão relevante no projeto lulopetista de poder que o próprio ex-presidente Lulainterveio para que a “fritura” interna, partindo provavelmente de Mercadante, cessasse. Gilberto Carvalho tem “costas quentes”, e não é tão fácil assim se livrar do ministro. É ele, também, que controla os “movimentos sociais”, aquilo que o PT toma como “povo”.

Azevedo conclui, alertando sobre o que está em jogo em outubro: “Só dois partidos disputam o poder no Brasil, ignoradas as diferenças de superfície, que são irrelevantes: o que se subordina à ordem democrática e o que quer subordiná-la à sua ordem. Escolha.”

Por Rodrigo Constantino
Revista Veja

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Classe baixa, classe média, classe alta. Afinal, quem vota em quem?

Segundo os fanáticos seguidores da dinastia PT, quem não quer o PT no Governo são os mais ricos, a classe alta, como eles dizem... "a burguesia".
Será mesmo?
O voto não deve ser uma questão de classe social e sim de consciência e conhecimento.
Não podemos esquecer, que independente de classe social, no Brasil o voto tem seu preço!
Quem realmente é a burguesia no Brasil hoje?
Os cargo dos alto escalão das estatais são ocupados por quem?
Os maiores valores emprestados pelo BNDES são para pequenos, médios ou grandes empresários?
Perguntas que somente aqueles que procuram informações e estão atualizados acham as respostas.
Concordo que a maioria do eleitorado do PT vem das classes média e baixa.
Mas, se os votos estão nas classes mais baixas, então o Governo do PT tem realmente interesse em acabar com a pobreza como prega?
Em muitos lugares perdidos neste Brasil as pessoas ainda não tem acesso aos meios de comunicação e são facilmente "enganados" com promessas e ameaças do corte de programas sociais.
Tanto o PT, quanto os outros partidos conseguem votos em todas as classes sociais, em algumas mais em outras menos.
O que não significa que apenas os "ricos" são a favor do "Fora Dilma".
Afinal de contas, quem realmente foi Dilma Rousseff antes do Lula torná-la Presidente do Brasil?
Se alguém souber me responda.

sábado, 21 de junho de 2014

DILMA PROMETE PLANO DE "TRANSFORMAÇÃO NACIONAL"

247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) apresentou neste sábado (21) a sua plataforma de governo para um segundo mandato, caso seja reeleita. Durante a Convenção do PT que a oficializou novamente como candidata, a petista falou pela primeira vez sobre o "Plano de Transformação Nacional", que será o principal eixo do seu programa de governo.
Segundo Dilma, o plano engloba um conjunto de medidas de mudanças que vai levar o país a um novo ciclo de desenvolvimento. São elas: reformas política, federativa, urbana e de serviços públicos e outros mecanismos capazes de produzir uma revolução educacional, uma revolução tecnológica e uma revolução digital.
Entre os projetos a serem viabilizados deverão ser criados programas como o "Brasil Sem Burocracia" e o "Banda Larga Para Todos", além de incorporar programas já existentes, como o Mais Médicos, o Pronatec, o Luz Para Todos.
"Eu queria dizer para vocês que nenhum país do mundo chegou ao desenvolvimento sem romper com as amarras antigas da burocracia. O que aconteceu foi que aumentou muito as estruturas de fiscalização e encurtaram muito as estruturas de realização do governo", disse.
"A burocracia distorceu as necessidades do Estado brasileiro por mais de 60 anos. Para avançarmos é necessário tornar o Estado brasileiro não um Estado mínimo, como querem alguns, mas um Estado eficiente, transparente e moderno. Um Estado à altura das necessidades que nosso povo tem de obras, de projetos, de programas, de realizações, que simplifiquem a vida do cidadão", continuou.
Sobre o programa Banda Larga para Todos, cunhado a partir da aprovação do Marco Civil da Internet, meses atrás, lembrou também do programa do governo de participação social, em parte encerrado em decreto, publicado há três semanas, que normatiza a participação de conselhos populares nas decisões do Executivo federal.
"Temos, agora, uma oportunidade rara na história: defender os grandes resultados de um ciclo fabuloso e, ao mesmo tempo, ter força para anunciar o nascimento de um novo ciclo de desenvolvimento", disse Dilma. Segundo ela, o principal mecanismo para deflagrar uma revolução digital no país será o programa Banda Larga para Todos, que tem como meta promover a universalização do acesso de todos os brasileiros a um serviço de internet barato, rápido e seguro.
"O programa pressupõe tanto a expansão da infraestrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, como o uso da internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular, nas decisões do governo", explicou.
Dilma justificou a inclusão de uma reforma federativa no conjunto de reformas estruturais propostas por ela, alegando que "um Plano de Transformação Nacional desta envergadura só pode se concretizar com uma ampla reforma, capaz de redefinir os papéis dos entes federados".
Acrescentou: "Não é por acaso que alguns dos serviços públicos que apresentam mais deficiência são os que têm interface entre os governos federal, estaduais e municipais. É preciso reestudar e redefinir novos papéis e novas funções para os entes federados, porque a complexidade crescente dos nossos problemas exige esta mudança".
"São tão amplos os desafios, as propostas e as tarefas que temos, que é mais apropriado chamar de "novo ciclo histórico" - e não apenas de "novo ciclo de desenvolvimento"-, o que nos propomos construir, junto com o povo brasileiro", resumiu.
Dilma entende que este novo ciclo histórico já está sendo gestado, em parte, pelos programas e projetos que estão em andamento no atual governo, como o PAC, o Minha Casa, Minha Vida, o Pronatec e o Ciência sem Fronteira.

Abaixo o discurso de Dilma na íntegra:

Companheiras e companheiros,
Agradeço, do fundo do meu coração, mais esta prova de confiança.
Estou com a alma tomada da mais profunda gratidão e alegria.
Quero transformar, mais uma vez, este sentimento em compromisso - e também em convocação.
Por isso, digo: 
É hora de seguir em frente, companheiras! 
É hora de fazer mais mudanças, companheiros! 
É hora de construir mais futuro, queridos militantes e queridas militantes!
É hora de ampliarmos a extraordinária transformação pacífica que estamos fazendo há mais de uma década!
Quatro anos atrás, eu disse em uma convenção igual a esta: 
"Lula mudou o Brasil e o Brasil quer continuar mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança." 
No meu discurso de posse, eu disse:
“Temos um desafio enorme porque o país é outro, porque mudou de patamar, e todo povo que muda de patamar quer mais e melhor. Não quer e não pode retroceder”. 
Hoje, estas palavras continuam bem atuais. 
Elas demonstram visão estratégica e trazem uma forte sensação de dever cumprido.
O Brasil quer seguir mudando pelas mãos dos que já provaram capacidade de transformar profundamente o País e melhorar a vida de nosso povo.
Nós - o PT e os partidos aliados - tivemos competência de implantar, nos últimos 11 anos, o mais amplo e vigoroso processo de mudança da história do país.
Que, pela primeira vez, colocou o povo como protagonista; 
Que retirou 36 milhões de brasileiros da miséria; 
Que levou 42 milhões para a classe média;
Que fez, em pouco mais de uma década, a maior redução da desigualdade social de nossa história.
E isso não pode parar.

Companheiros e companheiras,
Quero conversar com vocês sobre as grandes batalhas que vamos enfrentar.
Se na eleição do presidente Lula a esperança venceu o medo, nessa eleição a verdade deve vencer a mentira e a desinformação; o nosso projeto de futuro deve vencer aqueles cuja proposta é retornar ao passado.
Presidente Lula: quando há 12 anos, você assumiu a presidência, o Brasil era um. 
Quando a deixou, o Brasil era outro, completamente diferente e muito melhor. De fato, a esperança tinha, em definitivo, vencido o medo
Quando eu assumi o governo, o mundo era um. Pouco tempo depois, o mundo era outro. 
A verdade é que a crise econômica e financeira internacional ameaçou não apenas a estabilidade das maiores economias do mundo, mas boa parte do sistema político e econômico mundiais, ao aumentar o desemprego, abolir direitos e semear a desesperança. 
Porém, o Brasil, dessa vez não se rendeu, não se abateu, nem se ajoelhou!
O Brasil soube defender, como poucos, o mais importante: o emprego e o salário do trabalhador – e foi o País que melhor venceu esta batalha! 
Antes dos nossos governos, o Brasil se defendia das crises arrochando os salários dos trabalhadores, aumentando as taxas de juros a níveis estratosféricos, aumentando o desemprego, diminuindo o crescimento, vendendo patrimônio público. 
Com essa política desastrosa alienavam o futuro do País!
A partir de nós, não. 
Pela primeira vez em nossa história, o trabalhador não pagou o preço da crise.
Enquanto, no resto do mundo, a crise devorou, desde 2008, 60 milhões de empregos, aqui foram criados 11 milhões de postos de trabalho com carteira assinada.
Mantivemos a política de valorização do salário mínimo e reajustamos o benefício do Bolsa Família sempre acima da inflação.
Fomos o país que mais venceu a luta contra a miséria. 
O que consolidou o maior programa de habitação popular e o que está realizando algumas das maiores obras de infraestrutura do mundo.
O País que, fortalecendo a Petrobras, descobriu o pré-sal e criou o modelo de partilha. 
Este novo Brasil conseguiu implantar o maior programa de educação profissional de nossa história. 
Conseguiu ampliar as oportunidades para as mulheres, os jovens e os negros;
Levar Mais médicos a 3.800 municípios; 
Melhorar a qualidade do ensino em todos os níveis; 
E acelerar os avanços de nossa infraestrutura econômica e social.
Conseguimos fazer isto porque nunca esquecemos os nossos compromissos mais profundos.
Sempre que as dificuldades aumentavam e o governo recebia pressões de todos os lados, eu repetia para mim mesma:
Eu não fui eleita para trair a confiança do meu povo, nem para arrochar salário de trabalhador!
Eu não fui eleita para vender patrimônio público, mendigar dinheiro ao FMI, e colocar, de novo, o país de joelhos, como fizeram! 
Eu fui eleita, sim, para governar de pé e com a cabeça erguida!

Companheiras e Companheiros,
Fizemos muito, mas precisamos fazer muito mais, porque as necessidades do povo ainda são grandes. 
Por mais que a nossa década tenha vencido o legado perverso das décadas perdidas que herdamos, ela não poderia ter resolvido problemas que se arrastam há séculos.
O povo quer mais e melhor - e nós também.
Temos, agora, uma oportunidade rara na história: criamos as condições para defender os grandes resultados de um ciclo extraordinário e, ao mesmo tempo, temos força para anunciar o nascimento de um novo ciclo de desenvolvimento.
Este novo ciclo manterá os dois pilares básicos do nosso modelo - a solidez econômica e a amplitude das políticas sociais - e trará avanços ainda maiores na melhoria da infra-estrutura e dos serviços públicos, na qualidade do emprego, no desenvolvimento tecnológico e no aumento da produtividade da nossa economia.
Este novo ciclo fará o ingresso decisivo do Brasil na sociedade do conhecimento, cujo pilar básico é uma transformação na qualidade da educação. 
E não adianta ficar dando voltas: a transformação da educação só se consolida com a valorização plena e real do professor - com melhores salários e melhor formação. 
Já começamos a fazer isso e vamos acelerar muito mais quando ingressarem os 75% dos royalties do petróleo e os 50% do excedente em óleo do pré-sal. Todos destinados à educação.

Companheiros e companheiras,
Nos últimos onze anos, o país testemunhou o maior crescimento do emprego, a maior valorização do salário e a maior distribuição de renda da sua história. 
O salário do trabalhador cresceu 70% acima da inflação e geramos mais de 20 milhões de novos empregos com carteira assinada. 
Foi também o mais longo período de inflação baixa da história brasileira.
No novo ciclo que vamos construir é necessário consolidar e aprofundar ainda mais estas conquistas.
Um avanço decisivo será melhorar a qualidade do emprego.
Isso pressupõe melhor ensino técnico e formação profissional, inovação e desenvolvimento tecnológico. A conseqüência será um forte aumento da produtividade da nossa economia
Para melhorar a formação profissional dos brasileiros, implantei o Pronatec: o maior programa de ensino técnico e qualificação de nossa história. 
Demos, também, continuidade a obra extraordinária de Lula, consolidando o Enem, ampliando o Prouni e o Fies, criando novas universidades e escolas técnicas. 
Implantei a política de quotas para as escolas públicas e o Ciência sem Fronteiras, o maior programa de bolsas de estudos no exterior de nossa história.
O Pronatec já tem 7,4 milhões de matrículas.
Um feito e tanto que não vai parar por aí!
Na quarta-feira passada, lançamos o Pronatec-2 que, a partir de 2015, vai ampliar para 12 milhões estas vagas, distribuídas em 220 cursos técnicos e 646 cursos de qualificação, todos gratuitos. 
Em 2018, teremos formado 20 milhões de brasileiros e brasileiras.

Companheiros e companheiras,
São tão amplos os desafios, as propostas e as tarefas que temos, que é mais apropriado chamar o que nos propomos construir de "novo ciclo histórico" - e não apenas de "novo ciclo de desenvolvimento" -, o que nos propomos construir, junto com o povo brasileiro.
Este ciclo pressupõe uma transformação educacional, uma revolução tecnológica e uma revolução no acesso digital. E, ao mesmo tempo, uma reforma dos serviços públicos, uma reforma urbana, uma reforma política e uma reforma federativa.
Este novo ciclo histórico já está sendo gestado, em parte, pelos programas e projetos que estão em andamento, como o PAC, o Minha Casa, Minha Vida, o Pronatec, o Ciência sem Fronteira e os grandes investimentos em infraestrutura. 
O Minha Casa, Minha Vida é, na verdade, um vigoroso pilar do grande plano de reforma urbana que já começamos a implantar. 
Como também o são os vultosos projetos de mobilidade em execução nas principais cidades brasileiras, que somam recursos de 143 bilhões de reais.
Junto com todos os investimentos em saneamento básico e acesso ao abastecimento de água.
Durante a campanha, teremos condições de debater e aprofundar, com a sociedade brasileira, o Plano de Transformação Nacional, e todo seu conjunto de reformas que produzirá um novo salto de desenvolvimento para o Brasil. 
Uma peça importante do plano é o programa Brasil Sem Burocracia. Nenhum país do mundo acedeu ao desenvolvimento sem romper as amarras da burocracia. 
Para avançarmos, é necessário tornar o Estado brasileiro, não um estado mínimo, mas um Estado eficiente, transparente e moderno.
Outro programa decisivo é o Banda Larga para Todos, com o qual vamos promover a universalização do acesso de todos os brasileiros a um serviço de internet barato, rápido e seguro. 
O programa pressupõe tanto a expansão da infra-estrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, como o uso da Internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular, em especial nas decisões do governo. 
A reforma urbana que imaginamos engloba não apenas a rediscussão do uso do espaço urbano - e a melhoria da oferta da casa própria e do saneamento básico - mas também transformações decisivas na mobilidade, no transporte público e na segurança.
Já a reforma dos serviços públicos dará uma atenção especial à melhoria da qualidade da saúde. 
Fizemos o Samu, as Upas, os medicamentos gratuitos do Aqui Tem Farmácia Popular, a Rede Cegonha e o Mais Médicos, um programa estratégico que fortalece o SUS e, portanto, a atenção básica de saúde . 
Temos nos esforçado muito, mas os serviços de saúde precisam sofrer, ainda, uma transformação mais profunda para ficar a altura das necessidades dos brasileiros.

Companheiras e companheiros,
Um Plano de Transformação Nacional desta envergadura, só pode se concretizar com uma ampla reforma, capaz de redefinir os papéis dos entes federados.
Não é por acaso que alguns dos serviços públicos que apresentam mais deficiência são os que têm interface entre os governos federal, estaduais e municipais.
É preciso reestudar e redefinir novos papéis e novas funções para os entes federados, porque a complexidade crescente dos nossos problemas exige esta mudança. 
É importante que a redefinição do pacto federativo integre o âmbito da grande reforma política que o Brasil necessita.
Esta reforma é fundamental para melhorar a qualidade da política e da gestão pública. 
A transformação social produzida por nossos governos criou as bases para a promoção de uma grande transformação democrática e política no Brasil.
Nossa missão, agora, é dar vida a esta transformação democrática e política, sem interromper, jamais, a marcha da grande transformação social em curso.
Não vejo outro caminho para concretizar a reforma política do que a participação popular, mobilizando todos os setores da sociedade por meio de um Plebiscito.

Companheiros e companheiras,
Nosso Plano de Transformação Nacional será a ampliação do grande conjunto de mudanças que estamos realizando, junto com o povo brasileiro.
Significa mais oportunidades para os brasileiros no nosso território e mais oportunidades para o Brasil no mundo.
Oportunidade tem sido nossa palavra-chave. 
Antes do PT e dos partidos aliados chegarem ao poder, as oportunidades para um brasileiro subir e crescer na vida eram poucas, quase nulas.
Hoje são muitas!
Vamos continuar transformando o Brasil em um país de oportunidades para todos, em especial para os grupos majoritários historicamente marginalizados: as mulheres, os negros e os jovens. 
Como mulher - e primeira presidenta - sei que a igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia e um poderoso estímulo ao progresso de uma nação.
Sei, que nesta tarefa de continuar mudando o Brasil, conto com o apoio insuperável desta combativa militância do PT, e de todos os nossos partidos aliados. 
É uma sorte e um privilégio contar com vocês!
É uma sorte e um privilégio ter um vice da estatura de Michel Temer - um estadista e um companheiro de todas as horas.
Sou, hoje, uma governante ainda mais madura e disposta a enfrentar desafios. 
Pronta para ouvir e propor novas idéias. 
Tive o desafio de suceder uma lenda viva. 
Um gigante que em muitas áreas fez mais, em 8 anos, do que outros governos em 80.
Eu preciso de mais quatro anos para poder completar uma obra à altura dos sonhos e desafios do Brasil.
Para fazer isso, preciso do apoio dos brasileiros e, especialmente, desta grande militância. 
Precisamos ir às ruas explicar o que fizemos e o que podemos fazer. 
Precisamos ter uma conversa toda especial com os mais jovens, pois eles não puderam testemunhar todo processo de transformação que o Brasil passou nos últimos onze anos. 
A campanha é para isso: para lembrar o passado e, antes de tudo, explicar o futuro.
Mas a nossa campanha tem que ser uma festa de paz. 
Eu nunca fiz política com ódio.
Mesmo quando tentaram me destruir física e emocionalmente, por meio de violências físicas indizíveis, eu continuei amando o meu país e nunca guardei ódio dos meus algozes. Por isso vencemos a luta pela democracia. 
Eu sou como o povo brasileiro.
Não tenho rancor, mas não abaixo a cabeça. Não insulto, mas não me dobro. Não agrido, mas não fico de joelhos para ninguém.
Não perco meu tempo odiando meus adversários porque tenho um país para governar, um povo para representar, um modelo de emancipação popular para executar e proteger dos que tentam bloqueá-lo.
A nossa campanha precisa ser, antes de tudo, uma festa de alto astral.
Abaixo a mediocridade! Abaixo o pessimismo e o baixo astral!
As grandes vitórias brasileiras são construídas com o fermento da alegria e do otimismo. 
Vejam como a Copa está dando uma goleada descomunal nos pessimistas.
Sonhemos, companheiras e companheiros!
Sonhemos sonhos heróicos e sem limites.
Antes de tudo, amemos o Brasil e nossos compatriotas, com toda a força do coração.
Não deixemos o ódio prosperar em nossas almas.
Recolhamos as pedras que atiram contra nós e as transformemos em tijolos para fazer mais casas do Minha Casa, Minha Vida.
Recolhamos os panfletos apócrifos, com falsas denúncias, e os transformemos em cartilhas e material pedagógico para assegurar educação de qualidade para nosso povo.
Recolhamos os impropérios e as grosserias e os transformemos em versos de canções de esperança no futuro do Brasil.
Com a força do povo, venceremos de novo. Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro.

Via Brasil247

terça-feira, 13 de maio de 2014

Assembleia aprova R$ 900 mi à saúde, mas PT vota contra

A Assembleia Legislativa autorizou o Governo do Paraná a abrir crédito de R$ 900 milhões à saúde. Os deputados do PT votaram contra e tentaram impedir a aprovação do projeto de lei. Os recursos serão investidos na construção e reforma de unidades de saúde, na compra de equipamentos para hospitais, melhoria dos serviços de urgência e emergência. “A oposição está na contramão da história, o que mais a população quer é melhorias na saúde e quando o governo investe os deputados do PT acham que está errado”, disse o líder do Governo, deputado Ademar Traiano (PSDB). O projeto será votado hoje em segunda discussão.

Os petistas afirmaram que o governo não detalhou de onde sairão os recursos destinados à saúde, mas o próprio líder do governo apresentou aos deputados há um mês, durante discussão do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, uma lista especificando quais as secretarias que terão recursos remanejados e os valores. “Essa discussão nem deveria existir porque não é exigência legal o governo apresentar a fonte dos recursos, mas mesmo assim trouxemos as explicações. O governo fará cortes de despesas e remanejamentos em algumas secretarias”, explicou.

Para Traiano, a oposição deveria estar aplaudindo a iniciativa do governador Beto Richa, mas infelizmente faz tudo para evitar que esse dinheiro chegue aos hospitais. “Se o governo não investe a bancada do PT critica, se investe reclama e tenta barrar. É uma grande incoerência política”, lamentou.

Via Boca Maldita

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Gleisi não me transformará em um novo Gaievski, desabafa o enfurecido Vargas

O exemplo de Eduardo Gaievski, levado aos mais altos cargos em Brasília por Gleisi Hoffmann, depois abandonado pela senadora e pelo PT em uma penitenciária no Sudoeste do Paraná, assombra o deputado André Vargas. Gaievski é acusado de ter cometido 28 estupros de menores, 14 deles contra vulneráveis (menores de quatorze anos).

Vargas, por sua vez, é suspeito de peculato e uso de função pública (além de deputado era vice-presidente da Câmara dos Deputados) para obter lucros em sua relação com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato e com quem teria se associado para lesar o governo federal com a produção de medicamentos para o Ministério da Saúde. Em comum, os dois têm a relação próxima com Gleisi e seu marido, o ministro Paulo Bernardo da Silva, das Comunicações.

Gaievski aguardou em vão ser socorrido pelos amigos Gleisi e Paulo Bernardo, mandou muitos recados com ameaças, mas por enquanto nada falou do que sabia. Resultado: está na cadeia prestes a receber uma longa sentença. Vargas, que também é próximo ao casal, continua como coordenador da campanha de Gleisi ao governo do Paraná e garante que não repetirá os erros cometidos por Gaievski.

O petista já demonstrou essa disposição ao recusar-se a seguir o roteiro proposto pelo PT da renúncia imediata. “Não renuncio. Agora vou até o fim e vou fazer o meu sucessor na vice-presidência da Câmara”, avisou. André Vargas ficou especialmente furioso com uma entrevista de Glesi ao jornal “Folha de S. Paulo”, dizendo que o relacionamento de Vargas com Alberto Youssef e a viagem de avião que fez no jatinho do doleiro “é um envolvimento que não encontra justificativa para ter acontecido e acaba impactando no PT e na política”.

“Ela quer me transformar em outro Gaievski, mas não vai funcionar”, desabafa Vargas. Emissários do ex-vice-presidente da Câmara distribuem material que demonstra que caronas em aeronaves é o tipo de pecado cometido não apenas cometido por André Vargas, mas por muitos companheiros de legenda. Em especial pela senadora Gleisi Hoffmann e pelo ministro Paulo Bernardo.

Matéria da revista Época, de julho de 2011, mostra que Paulo Bernardo e Gleisi usavam habitualmente o King Air PR-AJT, da Sanches e Tripoloni, empreiteira das obras do PAC e suspeita de superfaturamento. Entre as obras a cargo da empreiteira está o Contorno Norte de Maringá, que além de ter atraso e estourou em várias vezes o orçamento inicial. De acordo com reportagem publicada pela Folha, a empreiteira aumentou em 1.273% seus contratos com o DNIT, entre 2004 e 2010.

O projeto do Contorno Norte de Maringá sempre contou com o apoio entusiasmado de Paulo Bernardo. Na campanha de 2010, a empreiteira doou R$ 7 milhões. No Paraná, os grandes beneficiários foram Gleisi Hoffmann (R$ 510 mil) e o chefe de gabinete de Paulo Bernardo, Enio Verri, hoje deputado estadual e presidente do PT paranaense. Verri, que também recebeu doações de Vargas (R$ 74 mil) para sua campanha de deputado, se recusa a falar em defesa do companheiro de legenda.

O restante da bancada do PT na Assembleia do Paraná, toda patrocinada por Vargas – ele distribuiu quase R$ 900 mil em doações eleitorais na campanha de 2010 –, segue a orientação de Gleisi e foge da imprensa quando o assunto é o parceiro de Youssef. “Ninguém mais me conhece”, desabafa o deputado. “Mas eu não tenho vocação para mártir, como o Gaievski”, avisa.

Via boca maldita

sexta-feira, 11 de abril de 2014

‘A casa vai cair para alguns’, avisa André Vargas

“Vou provar a minha inocência. A verdade prevalecerá. Ainda não tive o direito à defesa, mas, adianto, vou exercê-lo na plenitude. A casa vai cair para alguns”.
do deputado federal licenciado André Vargas (PT-PR), em entrevista ao Blog do Esmael. Para quem será o recado de Vargas, que está no olho do furacão devido a sua ligação com o doleiro preso Alberto Yousseff?

Cubram suas cabeças vai voar m.... para todo lado!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Empresa ligada a Petrobras e investigada pela polícia doou R$ 4,5 milhões ao PT

Investigada pela Polícia Federal sob suspeita de lavagem de dinheiro na Operação Lava-Jato, a empresa Jaraguá Equipamentos doou 4,5 milhões de reais ao diretório nacional do PT entre 2010 e 2012. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
A empresa, que fornecedora da Petrobras, é apontada pela PF como uma das financiadoras do esquema que seria comandado pelo doleiro Alberto Youssef, que está preso em Curitiba. A Jaraguá foi contratada pela Petrobras para a obra de refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, no valor de 1,2 bilhão de reais. 

Em 2010, ano de eleição presidencial em que Dilma Rousseff venceu a disputa pela presidência, a companhia doou, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, 2,5 milhões de reais para o PT. Em 2011 um novo repasse de dinheiro foi feito, desta vez no valor de 1 milhão de reais. Já em 2012, mais 1 milhão de reais foi repassado. 

A Jaraguá é uma das nove fornecedoras da Petrobras que depositaram 34,7 milhões na conta da MO Consultoria. 

A polícia suspeita que essa consultoria repassava propina para funcionários públicos e políticos. Segundo laudo elaborado pela PF, entre 2009 e 2013 passaram pela empresa um total de 90 milhões de reais. 

Além do diretório nacional do PT, parlamentares do PP também receberam em 2010 doações eleitorais da Jaraguá . Um dos deputados beneficiados é o ex-ministro Mário Negromonte (PP-BA), que recebeu um aporte de 500.00 reais. 

Encontro marcado – Negromonte afirmou que esteve com os donos da Jaraguá uma única vez, mas que não se recorda os nomes. “Foi um único contato.” 
Procurados, o atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e a Jaraguá não responderam a e-mails da reportagem.

Informações Revista Veja

terça-feira, 1 de abril de 2014

17 deputados paranaenses não assinaram pedido de CPI da Petrobras

O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), já recolheu 178 assinaturas necessárias para criação de CPI mista que vai investigar as denúncias envolvendo a Petrobras. São sete assinaturas a mais que o número mínimo exigido. Dos 30 deputados paranaenses, 13 assinaram o requerimento: Abelardo Lupion (DEM), Alfredo Kaefer (PSDB), Edmar Arruda (PSC), Fernando Francischini (SDD), Fernando Giacobo (PR), Hidekazu Takayama (PSC), Leopoldo Meyer (PSB), Luiz Carlos Hauly (PSDB), Luiz Nishimori (PR), Professor Sérgio (PSC), Rosane Ferreira (PV), Rubens Bueno (PPS) e Sandro Alex (PPS).

Ainda não assinaram o requerimento: Alex Canziani (PTB), Andre Vargas (PT), André Zacharow (PMDB), Angelo Vanhoni (PT), Assis do Couto (PT), Cida Borghetti (Pros), Dilceu Sperafico (PP), Dr. Rosinha (PT), Eduardo Sciarra (PSD), Hermes Parcianello (PMDB), João Arruda (PMDB), Marcelo Almeida (PMDB), Nelson Meurer (PP), Nelson Padovani (PSC), Odílio Balbinotti (PMDB), Osmar Serraglio (PMDB) e Zeca Dirceu (PT).

“Já chegamos a 178 assinaturas, com a chance de ter nesta terça mais de 200. Temos que fazer as assinaturas valerem. Não podemos deixar perder [isso]“, disse Bueno. A intenção é que, após a coleta na Câmara, o requerimento será encaminhado ao Senado para coleta de mais assinaturas. O líder do PPS isse ter confirmado uma reunião para tratar do tema nesta terça-feira com o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), e com Aécio Neves (PSDB-MG).

“A prioridade é que se crie a CPI mista. No nosso requerimento, pedimos investigação de vários negócios da Petrobras na América do Sul, sobre a holandesa SBM Offshores e sobre a refinaria de Pasadena. No Senado, não constam as ações na América do Sul, mas pedem para investigar [as denúncias envolvendo a refinaria de Pernambuco] Abreu e Lima. Temos que fazer um ajuste de estratégias, e vamos discutir à luz da melhor situação”, afirmou Bueno.

Via blog do Tupan