Do José Pedriali
Dilma Rousseff estuprou as finanças do país para se reeleger;
estuprou a contabilidade do país para esconder o desastre que praticava;
estuprou a verdade como presidente@ da República, prática que atingiu o ápice na campanha da reeleição;
Dilma Rousseff estupra o português em todas as suas manifestações;
estupra a lógica em todas as suas manifestações;
estuprou o senso do ridículo ao – entre outras manifestações do gênero – saudar a mandioca, homenagear o cachorro que está por trás de toda criança e anunciar o surgimento da mulher sapiens;
estuprou a ética ao nomear ministro do STJ com a missão de impedir a delação, concedendo habeas corpus, a empresários presos pela Lava Jato;
estuprou a ética e a liturgia do cargo ao nomear chefe da Casa Civil seu antecessor para blindá-lo do juiz Sérgio Moro.
Dilma Rousseff estuprou a economia brasileira, o nível de emprego, o poder aquisitivo, a Petrobrás, a Eletrobrás, os fundos de pensão, o FGTS;
estuprou a possibilidade de reconduzir o país ao trilho do qual não deveria ter sido afastado para seguir a rota da “nova matriz econômica”.
Dilma Rousseff estuprou a esperança e o futuro de milhões de brasileiros.
Por esses e outros crimes, e para que não atingisse seu objetivo de destruir o Brasil como seu companheiros de ideologia chavista fizeram com a Venezuela, foi afastada do cargo para responder a julgamento. E afastada em observância às leis e ao rito do processo de impeachment.
Apesar disso, um petralha – Paulo Nogueira, editor do blog Diário do Centro do Mundo -, o mesmo que há poucos dias aconselhou o Brasil a “pedir perdão” a Dilma por tê-la afastado do cargo, afirma – a pretexto do caso horroroso do Rio de Janeiro – que ela foi vítima de “um estupro coletivo”!
Praticado por homens e mulheres que a afastaram do cargo para impedir que a Lava Jato avançasse sobre seus interesses…
Como explicar tamanha agressão aos fatos, que não é exclusividade desse boçal, mas da organização criminosa que o sustenta e ao qual ele se entrega com prazer?
Eis um desafio a psicólogos, psiquiatras, cientistas: determinar a extensão e gravidade do petismo, que mais que uma seita que cultua seu líder como “deus”, transforma suas narrativas, sempre mutantes, em dogmas, recorre a todo tipo de violência verbal para se defender, explicar o inexplicável e agredir os inimigos; mais que um partido político que se transformou em organização criminosa – ou vice-versa, tanto faz -, promovendo o maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia; mais do que isso: o petismo é uma doença que, até o momento, não demonstra a menor possibilidade de cura.
Por sorte, não é contagiosa, atingindo um contingente específico de portadores da Síndrome da oniPoTência, gerada pela arrogância, má fé, deturpação ideológica, indigência intelctuail e alucinação em estado permanente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sua opinião é sempre bem vinda. Comente com moderação.