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terça-feira, 10 de maio de 2016

Mais dois paranaenses entram no páreo para substituir presidente da Câmara


Além de Fernando Giacobo (PR), segundo vice-presidente da Câmara Federal, mais dois paranaenses entraram no páreo para assumir o comando da Casa em caso de queda do presidente interino, Waldir Maranhão (PP/MA). Segundo o jornal Folha de São Paulo, após a trapalhada de anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e depois revogar a própria decisão, aumentou a pressão para destituir Maranhão e realizar novas eleições para a presidência do Câmara. O problema é que pelo regimento interno, para que essa nova eleição aconteça seria preciso a renúncia ou cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que na semana passada teve o mandato suspenso pelo Supremo Tribunal Federal.

Como Cunha não demonstra intenção de renunciar, seria preciso ou convencer Maranhão a deixar o cargo, ou destituí-lo de outra forma. Uma das possibilidades levantadas é declarar a vacância da presidência da Casa. Segundo essa versão, o movimento para derrubar Maranhão teria o apoio do grupo do vice-presidente Michel Temer (PMDB/SP) que teria passado a considerar insustentável a permanência dele no cargo.

Para substituí-lo, o nome favorito seria do deputado Rogério Rosso (PSD/DF). O PMDB, porém, quer alguém do partido. Nesse caso, entrariam em cena dois paranaenses: Osmar Serraglio (PMDB) e Sérgio Souza (PMDB).

Serraglio assumiu recentemente a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, uma das mais importantes da Câmara. Ele e Souza são vistos como opções “moderadas” para comandar a Casa e manter o PMDB à frente do parlamento federal, o que seria importante para Temer caso ele assuma a presidência se Dilma for afastada do cargo.

Giacobo poderia assumir em caso de renúncia ou cassação de Maranhão. Mas a avaliação é de que ele não teria sustentação para manter-se no cargo.

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